Depreciação de Ativos Imobilizados – Base para Escolha do Método
❌ ERRADO. A afirmação está incorreta. O método de depreciação de um ativo imobilizado deve refletir o padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros esperados, e não a receita gerada pela atividade. A receita pode sofrer influências externas (preço, demanda, eficiência) e não representa adequadamente o desgaste ou a utilização do ativo.
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 27 (e sua correspondente NBC TG 27), o método de depreciação escolhido deve ser aquele que melhor representa o padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros do ativo. Tal entendimento é reforçado pelo item 17.18 do CPC para PMEs (CPC_PME_R1): "A entidade deve alocar o valor depreciável de ativo em base sistemática ao longo da sua vida útil." E o item 17.19 lista fatores como mudança na forma de uso, desgaste, progresso tecnológico, que podem indicar revisão do método. A receita gerada não é citada como base para a escolha do método.
Portanto, a banca explora a confusão entre "geração de benefícios futuros" (que é o conceito subjacente à depreciação) e "padrão de consumo" (que é a base técnica para a escolha do método). A receita não é uma base adequada de determinação do método.
❌ ERRADO.