“Certainly, here is a possible introduction for your topic...”, began a recent article in Surfaces and Interfaces, a scientific journal. Attentive readers might have wondered who exactly that bizarre opening line was addressing. They might also have wondered whether the article was written by a human or by a machine. It is a question ever more readers of scientific papers are asking. LLMs (Large Language Models) are now more than good enough to help write a scientific paper. They can breathe life into dense scientific prose and speed up the drafting process, especially for non-native English speakers. Such use also comes with risks: LLMs are particularly susceptible to reproducing biases, for example, and can churn out vast amounts of plausible nonsense. Internet:<economist.com>(adapted). According to the information stated in the preceding text and the vocabulary used in it, judge the following item. The article mentioned in the first paragraph of the text was written with the help of LLMs.
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Reading comprehension: inferência vs. afirmação factual
❌ ERRADO. O texto não afirma que o artigo mencionado no primeiro parágrafo foi escrito com a ajuda de LLMs; ele apenas levanta a possibilidade de que os leitores se perguntem se foi escrito por um humano ou por uma máquina. A alternativa extrapola o que está explicitamente dito, transformando uma dúvida retórica em um fato. A fonte é o próprio texto do enunciado, que usa o verbo "might have wondered" (poderiam ter se perguntado) e a pergunta "whether the article was written by a human or by a machine" (se o artigo foi escrito por um humano ou por uma máquina).
A questão exige distinguir entre o que está literalmente afirmado no texto e o que é apenas uma inferência possível. O primeiro parágrafo apresenta uma linha de abertura curiosa e, em seguida, diz que leitores atentos podem ter se perguntado a quem ela se dirigia e se foi escrita por humano ou máquina. Essa é uma especulação sobre a reação dos leitores, não uma declaração sobre a autoria real do artigo. O segundo parágrafo discute, de forma geral, o uso de LLMs na redação científica, mas não vincula esse uso ao artigo específico mencionado no início.
A pegadinha está em confundir a pergunta levantada ("será que foi escrito por máquina?") com uma afirmação ("foi escrito por máquina"). O texto não fornece evidência para responder à pergunta; ele apenas a coloca. Portanto, qualquer resposta categórica sobre a autoria do artigo é uma extrapolação indevida.
Item — ❌ ERRADO
A assertiva afirma que o artigo mencionado no primeiro parágrafo foi escrito com a ajuda de LLMs. O texto, porém, não diz isso. Vejamos o trecho decisivo:
"Attentive readers might have wondered who exactly that bizarre opening line was addressing. They might also have wondered whether the article was written by a human or by a machine."
O verbo "might have wondered" (poderiam ter se perguntado) indica possibilidade, não certeza. A pergunta "whether the article was written by a human or by a machine" (se o artigo foi escrito por um humano ou por uma máquina) é uma indagação retórica, não uma constatação. O texto não fornece nenhuma informação sobre a autoria real do artigo; ele apenas sugere que os leitores podem ter essa dúvida. Portanto, a afirmação de que o artigo foi escrito com a ajuda de LLMs é uma inferência não autorizada — o texto não oferece base para essa conclusão.
PEGA ESSA DICA!
Em questões de interpretação, desconfie de alternativas que transformam uma pergunta ou dúvida do texto em uma afirmação categórica. Palavras como "might", "may", "could" e "perhaps" indicam possibilidade, não certeza. Se o texto pergunta "será que foi escrito por máquina?", a resposta correta nunca será "foi escrito por máquina" — a menos que haja uma afirmação explícita nesse sentido.