Um cadáver em avançado estado de decomposição chega ao IML, sem documentos de identificação. Há suspeita de que a identificação visual e papiloscópica sejam inviáveis. O auxiliar de necropsia é instruído a preparar a sala e os materiais para uma necropsia focada em métodos de identificação indireta.Nessa situação hipotética, a preparação mais adequada que o auxiliar de necropsia deve garantir, antes do início do exame, para otimizar a coleta de materiais para identificação, é
Aassegurar a disponibilidade de frascos estéreis e tubos adequados para a coleta de fluidos, além de recipientes apropriados para acondicionamento de ossos ou dentes para análise de DNA e odontologia legal.
Bprovidenciar uma câmera de alta resolução para documentação fotográfica dos vestígios.
Cisolar o corpo em um ambiente separado por 24 horas, para aguardar uma possível identificação visual por familiares.
Dpreparar os instrumentos de rotina, aguardando instruções específicas do médico legista durante o exame.
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GabaritoA — assegurar a disponibilidade de frascos estéreis e tubos adequados para a coleta de fluidos, além de recipientes apropriados para acondicionamento de ossos ou dentes para análise de DNA e odontologia legal.
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Preparação para identificação indireta em necropsia
Gabarito: letra A. A preparação mais adequada para otimizar a coleta de materiais para identificação indireta em cadáver em decomposição é assegurar a disponibilidade de frascos estéreis, tubos para fluidos e recipientes para ossos/dentes, pois esses materiais são essenciais para a coleta de amostras de DNA e exames odontológicos, conforme os protocolos de medicina legal e odontologia forense.
A questão foca em procedimentos de identificação indireta (DNA e odontologia legal) em um corpo em avançado estado de decomposição, onde a identificação visual e papiloscópica são inviáveis. O auxiliar de necropsia deve preparar o ambiente e os materiais específicos antes do exame, garantindo que o legista possa coletar as amostras adequadas sem interrupções.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa A descreve exatamente os materiais necessários: frascos estéreis e tubos para coleta de fluidos (como sangue, se possível, ou outros líquidos), além de recipientes apropriados para ossos ou dentes. No contexto de cadáver em decomposição, a coleta de cartilagem, dentes e ossos longos (como fêmur) é prioritária para análise de DNA, conforme as recomendações de medicina legal. A disponibilidade prévia desses materiais otimiza o trabalho do perito e evita atrasos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Embora a documentação fotográfica seja parte importante da necropsia, não é a preparação mais adequada para otimizar a coleta de materiais para identificação indireta. A câmera de alta resolução serve para registrar evidências, mas a coleta de amostras biológicas para DNA e odontologia exige, prioritariamente, os recipientes e instrumentos estéreis mencionados na alternativa A.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Isolar o corpo por 24 horas aguardando identificação visual é contrário ao enunciado, que já afirma que a identificação visual e papiloscópica são inviáveis. Além disso, retardar o exame não otimiza a coleta de materiais para identificação indireta; pelo contrário, a decomposição pode comprometer ainda mais as amostras biológicas.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Preparar apenas os instrumentos de rotina e aguardar instruções do legista é uma conduta passiva e não otimiza a coleta. O auxiliar deve antecipar a necessidade de materiais específicos para coleta de DNA e odontologia, garantindo que estejam disponíveis antes do início do exame, conforme os protocolos de identificação indireta.
PEGA ESSA DICA!
Em questões de medicina legal sobre identificação de cadáveres, lembre-se que corpos em decomposição exigem coleta de ossos, dentes e cartilagem para análise de DNA. O material deve ser acondicionado em recipientes estéreis e apropriados. A documentação fotográfica é complementar, não prioritária para a coleta.