Tanatologia Forense - Conservação de Cadáveres
Gabarito: letra C. A temperatura ideal para armazenamento de corpos visando necropsias subsequentes é entre 2°C e 4°C, pois retarda a decomposição sem congelar os tecidos (o que comprometeria análises histopatológicas e toxicológicas). Divisórias isoladas e sensores por prateleira evitam contaminação cruzada e garantem uniformidade térmica, preservando evidências.
A questão testa o conhecimento sobre condições adequadas de acondicionamento de cadáveres no IML, equilibrando capacidade de armazenamento e preservação de material periciável.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Temperatura de 5°C é insuficiente para retardar adequadamente a decomposição, e ventiladores internos podem ressecar tecidos ou dispersar odores, interferindo na preservação de evidências.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Temperatura de 0°C congela os corpos, formando cristais de gelo que danificam as células e inviabilizam exames histológicos e toxicológicos. O empilhamento direto em sacos plásticos impede a circulação de ar frio e favorece a contaminação cruzada entre corpos.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A faixa de 2°C a 4°C é a recomendada: inibe a ação bacteriana sem congelar. Divisórias isoladas impedem contato direto entre corpos, e sensores por prateleira mantêm a temperatura homogênea, essencial para necropsias sequenciais confiáveis.
Alternativa D — ❌ Incorreta
10°C é temperatura muito alta, acelerando a decomposição e comprometendo a qualidade dos achados de necropsia. Prateleiras abertas facilitam circulação de ar, mas não compensam a temperatura inadequada.
Gabarito: letra C.