Um técnico auxiliar, em uma cena de afogamento em rio urbano, participa da recuperação e movimentação de um corpo já em fase enfisematosa após imersão prolongada, havendo risco de liberação de gases e fluidos. O transporte para o IML exige técnicas que minimizem riscos biológicos e ergonômicos à equipe e que, simultaneamente, preservem o corpo até a realização da perícia.Nessa situação hipotética, o procedimento mais adequado de movimentação do corpo inclui
Acolocar o corpo em contêiner plástico, selado imediatamente após a recuperação aquática.
Benvolvê-lo em lonas impermeáveis, para conter fluidos durante o carregamento manual.
Crealizar sua movimentação em dupla, segurando-o pelas axilas e pelos pés, para melhor distribuição de peso.
Dutilizar macas com barreiras laterais, para drenagem controlada, estando a equipe paramentada com os EPI obrigatórios.
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GabaritoD — utilizar macas com barreiras laterais, para drenagem controlada, estando a equipe paramentada com os EPI obrigatórios.
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Movimentação de cadáver em fase de putrefação (tanatologia forense)
Gabarito: letra D. Em corpos em fase enfisematosa (putrefação gasosa), o procedimento mais seguro envolve o uso de macas com barreiras laterais para drenagem controlada de fluidos e a equipe paramentada com EPIs obrigatórios, minimizando riscos biológicos e ergonômicos. As demais alternativas apresentam falhas na contenção de fluidos, no suporte adequado ou na proteção da equipe.
A questão aborda procedimentos de movimentação de cadáver em decomposição, com ênfase em biossegurança e ergonomia. O contexto descreve risco de liberação de gases e fluidos, exigindo técnicas que protejam a equipe e preservem o corpo para a perícia.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Colocar o corpo em contêiner plástico selado imediatamente impede a drenagem de gases e fluidos, podendo causar acúmulo de pressão e vazamentos, além de dificultar a manipulação segura. O selamento não é recomendado para corpos em fase gasosa; é preferível permitir drenagem controlada.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Envolver o corpo em lonas impermeáveis pode conter fluidos, mas o carregamento manual sem maca adequada expõe a equipe a riscos ergonômicos (levantamento de peso) e a possíveis contatos com material biológico. A lona não oferece barreiras laterais para drenagem controlada.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Movimentar o corpo em dupla, segurando pelas axilas e pés, é uma técnica inadequada para cadáveres em putrefação: não há contenção de fluidos, o peso é mal distribuído e há alto risco de lesões na equipe e de contato com secreções.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Macas com barreiras laterais permitem a drenagem controlada de fluidos, reduzindo o acúmulo e o risco de vazamentos. A equipe deve estar paramentada com EPIs obrigatórios (luvas, máscaras, aventais impermeáveis, óculos), conforme práticas de biossegurança em tanatologia forense. Essa combinação atende aos requisitos de segurança e preservação do corpo.
PEGA ESSA DICA!
Em questões de tanatologia forense sobre movimentação de cadáver, priorize alternativas que mencionem drenagem controlada, suporte mecânico (macas) e uso de EPIs. Evite selamentos totais ou carregamento manual sem proteção.