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Questão de Português — Uso da Vírgula — FCC 2013

PortuguêsUso da Vírgula
Código
fc002349
Banca
FCC
Órgão
MPE-AM
Ano
2013
Nível
Superior
Cargo
Agente Técnico - Jurídico
A vida é para todos um fato cotidiano.A vida é um fato cotidiano pela dinâmica de suas contradições.É um fato cotidiano pelo equilíbrio de seus polos contrários.O homem não poderia viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários.O poeta vive no vórtice dessas contradições.Ele vive também no eixo desses contrários As frases acima articulam-se com clareza, como um parágrafo devidamente pontuado, em:
  1. AA vida é para todos um fato cotidiano, pela dinâmica de suas contradições e pelo equilíbrio de seus polos contrários, sob cujo sentimento o homem não poderia viver. O poeta, no entanto, vive no vórtice dessas contradições e no eixo desses contrários.
  2. BSendo a vida para todos um fato cotidiano, pela dinâmica de suas contradições, além do equilíbrio de seus polos contrários. O homem não poderia viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários, como o poeta vive em seu vórtice. E também no eixo desses contrários.
  3. CA vida, pela dinâmica de suas contradições, é um fato cotidiano. Também é pelo equilíbrio de seus polos contrários que o homem não poderia viver sob cujo sentimento. O poeta vive no vórtice dessas contradições, conquanto vivendo também no eixo desses contrários.
  4. DA vida, sendo para todos um fato cotidiano, cuja dinâmica de suas contradições e equilíbrio de seus polos contrários. O homem não poderia viver sob esse sentimento, visto que o poeta vive no vórtice dessas contradições e vive também no eixo desses contrários.
  5. EO fato cotidiano, que é a vida para todos, pela dinâmica de suas contradições e o é pelo equilíbrio de seus polos contrários. Não podendo o homem viver sob o sentimento dessas contradições e desses contrários, o poeta vive no vórtice delas. Vive também em seu eixo.
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GabaritoA — A vida é para todos um fato cotidiano, pela dinâmica de suas contradições e pelo equilíbrio de seus polos contrários, sob cujo sentimento o homem não poderia viver. O poeta, no entanto, vive no vórtice dessas contradições e no eixo desses contrários.

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