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Questão de Engenharia de Software — Prototipação — FCC 2018

Engenharia de SoftwarePrototipação
Código
fc042344
Banca
FCC
Órgão
Câmara Legislativa do Distrito Federal
Ano
2018
Cargo
Analista de Sistemas - Área 4
Considere, por hipótese, que uma Analista de Sistemas foi solicitada a propor uma abordagem para a modelagem de processos de negócio da Câmara Legislativa. A Analista esclareceu, corretamente, que a modelagem
  1. Amiddle-in é centrada em fluxos de trabalhos e tarefas e apresenta melhor resultado quando se busca modelar o funcionamento de áreas funcionais.
  2. Bmiddle-out é baseada em uma visão evolutiva do desenvolvimento de um modelo e tipicamente envolve a construção de alguma capacidade de operação com um controle mínimo para ser testada até que os requisitos possam ser determinados com maior precisão.
  3. Ctop-down envolve a produção de versões iniciais do modelo as is com o qual se podem realizar verificações e experimentos visando avaliar algumas características antes que o processo venha a ser construído de forma definitiva.
  4. Dbottom-up é mais indicada quando esforços são dispendidos na transformação de processos que começam com o desenvolvimento de um modelo to be e, em seguida, são determinadas as ações que precisam ser feitas para implementar este modelo.
  5. Epor prototipação é mais indicada quando não se tem um conhecimento exato do estado futuro, como quando estão sendo utilizadas tecnologias pouco difundidas ou quando os requisitos não são muito claros.
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GabaritoE — por prototipação é mais indicada quando não se tem um conhecimento exato do estado futuro, como quando estão sendo utilizadas tecnologias pouco difundidas ou quando os requisitos não são muito claros.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Modelagem de processos de negócio — Abordagens

Gabarito: letra E. A prototipação é a abordagem mais indicada quando não se conhece exatamente o estado futuro, como no uso de tecnologias pouco difundidas ou requisitos pouco claros. Essa definição está alinhada com o papel da prototipação na engenharia de requisitos: auxiliar na compreensão do problema e explorar soluções de forma iterativa (conforme material de apoio sobre prototipação).

A questão testa o conhecimento sobre diferentes estratégias de modelagem de processos. As alternativas A a D descrevem de forma incorreta ou não padronizada abordagens como middle-in, middle-out, top-down e bottom-up, enquanto a alternativa E captura corretamente o conceito de prototipação.

Abordagem

Descrição na Alternativa

Característica Correta

Erro na Alternativa

Middle-in

Centrada em fluxos de trabalho e tarefas; melhor para modelar áreas funcionais.

Termo não padronizado; descrição imprecisa.

Usa termo não convencional e associa a definição incorreta.

Middle-out

Visão evolutiva; constrói capacidade mínima para teste até requisitos precisos.

Descrição se aproxima da prototipação evolucionária.

Nome "middle-out" não é o termo padrão para essa técnica.

Top-down

Produz versões iniciais as is para experimentos antes da versão definitiva.

Parte do macro para o micro; não envolve versões as is para experimentos.

Confunde top-down com prototipação.

Bottom-up

Começa com modelo to be; depois determina ações para implementá-lo.

Começa com modelo as is e constrói a partir daí.

Inverte a lógica: primeiro to be, depois ações.

Prototipação

Indicada quando não se conhece o estado futuro, tecnologias pouco difundidas ou requisitos pouco claros.

Auxilia na compreensão do problema e explora soluções iterativamente.

— (Descrição correta).

Alternativa A — ❌ Incorreta

O termo "middle-in" não é uma abordagem reconhecida na modelagem de processos. Geralmente, modelagem "middle-out" combina aspectos de top-down e bottom-up, mas a descrição apresentada (centrada em fluxos de trabalho e tarefas) não corresponde a nenhuma abordagem clássica. O erro é usar um termo não convencional e associá-lo a uma definição imprecisa.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A descrição de "middle-out" (baseada em visão evolutiva, construção de capacidade mínima para teste) se aproxima da prototipação evolucionária, mas o nome "middle-out" não é o termo padrão para essa técnica. A prototipação é a abordagem correta para situações de requisitos incertos, não o middle-out.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A abordagem top-down geralmente parte de uma visão macro do processo e vai detalhando, não envolve "versões iniciais do modelo as is" para experimentos. Essa descrição se encaixa melhor na prototipação, que cria versões iniciais para validação. Portanto, a alternativa C confunde top-down com prototipação.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Bottom-up normalmente começa com a modelagem de processos existentes (as is) e constrói a partir daí, não com um modelo to be. A descrição apresentada inverte a lógica: primeiro o to be, depois as ações para implementá-lo. Isso não é bottom-up, mas sim uma abordagem não convencional. O erro é inverter a direção natural da modelagem.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A prototipação é recomendada exatamente quando os requisitos são vagos ou o estado futuro é desconhecido. Conforme o material de apoio: "quando os requisitos estão obscuros, o paradigma da prototipação auxilia os interessados a compreender melhor o que está para ser construído". Além disso, é útil para explorar tecnologias novas e validar ideias antes da implementação definitiva.

NÃO CAIA NESSA!

A banca emprega termos como "middle-in" e "middle-out" (não padronizados na literatura de modelagem de processos) para induzir o candidato a associá-los a definições que, na verdade, descrevem a prototipação. Fique atento: a prototipação é a única abordagem que se destina explicitamente a cenários de incerteza. Memorize a definição clássica: prototipação = requisitos incertos, exploração, iteração.

Gabarito: letra E.

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