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Questão de Arquitetura de Software — SOA (Service-oriented architecture) — FCC 2018

Arquitetura de SoftwareSOA (Service-oriented architecture)
Código
fc045884
Banca
FCC
Órgão
MPE-PE
Ano
2018
Cargo
Analista Ministerial - Informática
Uma das diferenças entre SOA e microserviços é que, enquanto a arquitetura de microserviços usa um sistema de troca de mensagens mais simples e menos elaborado para comunicação entre serviços, a arquitetura SOA normalmente integra serviços de diferentes sistemas usando
  1. AService Integration Bus (SIB).
  2. BThrift API.
  3. CVirtual Tunneling Server (VTS).
  4. DCORBA AP.
  5. EEnterprise Service Bus (ESB).
Revelar gabarito e comentário

GabaritoE — Enterprise Service Bus (ESB).

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

SOA × Microserviços: O papel do Enterprise Service Bus (ESB)

Gabarito: letra E. A principal diferença de integração entre SOA e microserviços reside no middleware utilizado: enquanto microserviços optam por sistemas de mensagens simples e descentralizados, a arquitetura SOA tradicionalmente emprega o Enterprise Service Bus (ESB) como barramento central para roteamento, transformação e mediação de mensagens entre serviços heterogêneos.

A questão explora um dos contrastes mais marcantes entre os dois estilos arquiteturais. Na SOA clássica, a integração entre diferentes sistemas é feita por um ponto central de comunicação – o ESB – que gerencia a orquestração, converte protocolos (ex.: SOAP para JMS) e aplica políticas de segurança. Já em microserviços, a comunicação tende a ser mais leve, muitas vezes via filas de mensagens (RabbitMQ, Kafka) ou chamadas HTTP/REST diretas, sem um barramento monolítico.

Vamos analisar cada alternativa:

Integração em SOA
  • 1Middleware central
    • Enterprise Service Bus (ESB)
      • Roteamento
      • Transformação
      • Mediação
      • Orquestração
      • Conversão de protocolos
  • 2Contraste com microserviços
    • Comunicação leve
      • Filas (RabbitMQ, Kafka)
      • HTTP/REST direto
      • Sem barramento monolítico
LEVEL · soulevel.com.br

Alternativa A — ❌ Incorreta

Service Integration Bus (SIB) não é um padrão amplamente reconhecido para integração SOA. Embora existam produtos específicos como o IBM Service Integration Bus, a terminologia correta e consagrada na literatura é Enterprise Service Bus (ESB). A banca usa um nome similar para confundir, mas não corresponde ao conceito geral.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Thrift API é um framework de chamada remota (RPC) desenvolvido pelo Facebook, muito utilizado em microserviços para comunicação binária eficiente. Justamente por ser associado a microserviços e não à SOA tradicional, está fora do contexto – a SOA não o adota como middleware padrão de integração.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Virtual Tunneling Server (VTS) não é um conceito de arquitetura de software nem um middleware de integração. Não há qualquer relação com SOA ou barramento de serviços; a sigla é fabricada para funcionar como distrator.

Alternativa D — ❌ Incorreta

CORBA AP (provavelmente referindo-se ao Common Object Request Broker Architecture – Application Protocol). CORBA foi uma tecnologia de middleware para sistemas distribuídos, mas é anterior à SOA e não é o meio típico de integração em SOA. A SOA moderna prefere o ESB, que oferece maior flexibilidade e suporte a padrões como SOAP, REST e JMS.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O Enterprise Service Bus (ESB) é o componente central de integração na arquitetura SOA. Ele funciona como um barramento que intermedeia a comunicação entre serviços, realizando roteamento, transformação de mensagens (ex.: XML para JSON), conversão de protocolos, segurança e gerenciamento de falhas. O ESB permite que sistemas heterogêneos se comuniquem de forma desacoplada, eliminando a necessidade de conexões ponto a ponto.

PEGA ESSA DICA!

Lembre-se da associação direta: SOA → ESB. Em provas, a banca costuma cobrar essa relação como um dos pilares da arquitetura. Já microserviços fogem do barramento central, preferindo comunicação leve e descentralizada.

Gabarito: letra E.

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