Pular para o conteúdo principal

Questão de Fonoaudiologia — Linguagem e Fala — FCC 2019

FonoaudiologiaLinguagem e Fala
Código
fc055174
Banca
FCC
Órgão
Prefeitura de São José do Rio Preto - SP
Ano
2019
Cargo
Fonoaudiólogo
A Câmara Jovem de São José do Rio Preto aprovou, no primeiro semestre de 2019, um projeto de lei que sugere a criação de uma equipe multidisciplinar para apoio a estudantes com autismo (TEA – Transtorno do Espectro Autista) e dislexia. Sobre o TEA,
  1. Ao transtorno é perene, mas controlado por tratamento medicamentoso e comportamental. Há evidências científicas de que o trabalho fonoaudiológico de sucesso é o que introduz comunicação alternativa com uso de PECS (sistema de comunicação por trocas de figuras), desde os 2 anos de idade, que é a fase em que a criança começa a falar.
  2. Ba barreira de isolamento característica do transtorno pode ser minimizada a partir de uma profunda observação da singularidade do sujeito com TEA, buscando-se, no processo terapêutico fonoaudiológico, todas as possibilidades de efetivação da comunicação para estimular o sentimento de pertencimento a uma comunidade de falantes, aumentar a autoestima e fomentar a aprendizagem.
  3. Co tratamento fonoaudiológico só tem eficácia se, associado ao trabalho de linguagem, for realizado um trabalho de processamento auditivo central, pois há evidências científicas que relacionam TEA ao déficit de processamento auditivo central.
  4. Dsabe-se, por evidências científicas recentes, que o TEA está associado à dispraxia e é por isso que as crianças com TEA não desenvolvem linguagem, a não ser que o trabalho fonoaudiológico seja focado no aspecto motor da fala.
  5. Ea barreira de isolamento característica do transtorno pode ser minimizada com um tratamento medicamentoso associado a um tratamento psicológico na primeira infância. O tratamento fonoaudiológico só deve acontecer quando a criança mostrar sinais de que pode falar.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — a barreira de isolamento característica do transtorno pode ser minimizada a partir de uma profunda observação da singularidade do sujeito com TEA, buscando-se, no processo terapêutico fonoaudiológico, todas as possibilidades de efetivação da comunicação para estimular o sentimento de pertencimento a uma comunidade de falantes, aumentar a autoestima e fomentar a aprendizagem.

Link permanente: /questoes/fc055174