Questão de Engenharia de Software — Processos de Software - Desenvolvimento Ágil — FCC 2019
Engenharia de Software›Processos de Software - Desenvolvimento Ágil
Código
fc056329
Banca
FCC
Órgão
SANASA Campinas
Ano
2019
Cargo
Analista de Tecnologia da Informação - Análise e Desenvolvimento
Em um projeto de software baseado na metodologia ágil XP, um Analista de TI deve
Aconsultar o cliente quando uma história exigir, por estimativa, menos do que 3 semanas de desenvolvimento, para que o cliente a complemente com mais tarefas.
Bouvir o cliente, durante o levantamento de requisitos, para que este crie as histórias de usuários. Após essa importante etapa nenhuma história nova deve ser criada para não comprometer o cronograma do projeto.
Cevitar que o projeto caia na armadilha de seguir o princípio KISS de forma a estimular que o projeto de uma funcionalidade extra, que poderá ser necessária no futuro, faça parte do modelo do software.
Drealizar os testes de unidade de forma manual, evitando que sejam usadas baterias de testes automatizados, pois estes impedem a realização de testes de regressão.
Eestimular o uso de cartões CRC como um mecanismo eficaz para pensar o software em um contexto orientado a objetos.
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GabaritoE — estimular o uso de cartões CRC como um mecanismo eficaz para pensar o software em um contexto orientado a objetos.
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Metodologia Ágil XP – Cartões CRC
Gabarito: letra E. No Extreme Programming (XP), o uso de cartões CRC (Class, Responsibility, Collaboration) é uma prática recomendada para projetar o software de forma colaborativa em um contexto orientado a objetos. As demais alternativas contradizem princípios fundamentais do XP, como aceitar mudanças, manter o design simples, automatizar testes e estimar histórias de forma adequada.
Extreme Programming (XP)
1Práticas corretas
Cartões CRC (design OO colaborativo)
Histórias quebradas em tamanho ideal
Mudanças aceitas a qualquer momento
Design simples (KISS / YAGNI)
Testes de unidade automatizados (TDD)
2Práticas incorretas (alternativas)
Cliente complementar história pequena
Proibir novas histórias
Funcionalidades extras "para o futuro"
Testes manuais sem automação
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Em XP, histórias de usuário são estimadas em semanas. A prática correta é que histórias muito grandes (acima do ideal) sejam quebradas em histórias menores, e não que o cliente complemente com mais tarefas. Além disso, o cliente não deve ser consultado para "complementar" uma história pequena; o papel do cliente é escrever e priorizar as histórias.
Alternativa B — ❌ Incorreta
O manifesto ágil preza por "responder a mudanças mais que seguir um plano". No XP, novas histórias podem ser adicionadas a qualquer momento; o cronograma é ajustado pela priorização do cliente. Afirmar que nenhuma história nova deve ser criada afronta o princípio de aceitar mudanças.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O princípio KISS (Keep It Simple, Stupid) é central no XP, assim como o princípio YAGNI (You Ain't Gonna Need It). Estimular a inclusão de funcionalidades extras "para o futuro" viola o design simples e é contraproducente. O XP recomenda implementar apenas o necessário para a iteração atual.
Alternativa D — ❌ Incorreta
No XP, os testes de unidade devem ser automatizados, seguindo o TDD (Test-Driven Development). Testes automatizados permitem a execução rápida de testes de regressão, e não o impedem. Testes manuais são ineficientes e não são incentivados.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Os cartões CRC (Classe, Responsabilidade, Colaboração) são amplamente utilizados em sessões de design orientado a objetos no XP. Eles ajudam a equipe a pensar sobre as classes, suas responsabilidades e colaborações de forma leve e colaborativa, alinhando-se ao espírito ágil.
PEGA ESSA DICA!
Os cartões CRC são uma ferramenta de design colaborativo típica do XP. Lembre-se: em XP, a simplicidade (KISS), a automação de testes (TDD) e a aceitação de mudanças são pilares. CRC cards se encaixam na prática de design simples e coletivo.