Professor Padrão P - Grau III - Ciências Humanas: Geografia
Neste ano, o IBGE realiza o Censo Demográfico de 2022. Sobre a identificação étnico-racial, pode-se afirmar:
AÉ feita a partir da autodeclaração do morador entrevistado, que tem cinco opções de resposta: branca, preta, amarela, parda ou indígena.
BÉ o próprio morador que declara qual é sua cor ou raça, podendo escolher o termo que melhor o identifica.
CDesde 1940, ano do primeiro Censo Demográfico realizado pelo IBGE, a categoria indígena faz parte das opções para identificação de cor ou raça.
DApenas os moradores que se declaram quilombolas podem identificar a qual etnia, povo, grupo ou comunidade pertencem.
EÉ realizada pelo recenseador que, treinado para analisar o fenótipo do morador entrevistado, reconhece os traços marcantes que o caracterizam.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoA — É feita a partir da autodeclaração do morador entrevistado, que tem cinco opções de resposta: branca, preta, amarela, parda ou indígena.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Censo Demográfico 2022 e identificação étnico-racial
Gabarito: letra A. A identificação étnico-racial no Censo do IBGE é feita exclusivamente por autodeclaração do morador, que escolhe entre cinco categorias fixas: branca, preta, amarela, parda ou indígena. As demais alternativas contêm erros que fogem da metodologia oficial.
A banca cobra conhecimento do método censitário brasileiro, que se baseia na autodeclaração, não em análise fenotípica, e utiliza categorias pré-definidas. A alternativa A é a única que descreve corretamente o procedimento.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Afirma que a identificação é feita por autodeclaração, com cinco opções de resposta (branca, preta, amarela, parda, indígena). Isso corresponde exatamente ao método do IBGE, que utiliza essas cinco categorias desde o Censo de 1991 (quando a categoria indígena foi incluída). O recenseador pergunta ao morador como ele se declara.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que o morador pode escolher "o termo que melhor o identifica", o que daria a entender que há liberdade para usar qualquer termo. Na prática, o IBGE oferece um conjunto fechado de cinco opções; o morador não pode inventar um termo diferente. Portanto, a alternativa é imprecisa e errada.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Alega que a categoria indígena existe desde 1940, ano do primeiro Censo realizado pelo IBGE. Na verdade, no Censo de 1940 as categorias eram apenas branca, preta e amarela. A categoria indígena só foi incluída a partir do Censo de 1991. Logo, a afirmação é falsa.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Afirma que apenas moradores que se declaram quilombolas podem identificar etnia/povo/grupo/comunidade. No Censo, todos os moradores podem responder sobre sua etnia ou origem, inclusive indígenas, quilombolas e outros grupos. A opção de identificar a pertença étnica não é exclusiva dos quilombolas.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Sustenta que a identificação é feita pelo recenseador, com base na análise do fenótipo. Isso contraria o princípio da autodeclaração. O recenseador apenas registra a resposta do morador; jamais classifica por observação física. É uma pegadinha clássica de inverter o sujeito da declaração.
NÃO CAIA NESSA!
A banca inverte o método correto (autodeclaração) por heterodeclaração (E) e abre a possibilidade de escolha livre (B), além de errar a data de inclusão da categoria indígena (C). Fique atento: o IBGE usa sempre autodeclaração com categorias fixas.