Questão de Redação Oficial — As Comunicações Oficiais — FCC 2024
Redação Oficial›As Comunicações Oficiais
Código
fc070828
Banca
FCC
Órgão
MPE-AM
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Agente de Apoio - Especialidade Administrativo
Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto.Nas correspondências cujos destinatários sejam o Presidente da República, o Vice-Presidente da República e um Ministro de Estado, adotam-se respectivamente os seguintes vocativos:
AExcelentíssimo Presidente da República, Excelentíssimo Vice-Presidente da República e Excelentíssimo Ministro.
BExcelentíssimo Senhor Presidente da República, Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente da República e Senhor Ministro.
CSenhor Presidente da República, Senhor Vice-Presidente da República e Senhor Ministro.
DExcelentíssimo Senhor Presidente da República, Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente da República e Excelentíssimo Senhor Ministro.
EExcelentíssimo Senhor Presidente da República, Senhor Vice-Presidente da República e Senhor Ministro.
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GabaritoE — Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Senhor Vice-Presidente da República e Senhor Ministro.
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Redação Oficial – Pronomes de Tratamento: Vocativos
Gabarito: letra E. Conforme o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), o vocativo para o Presidente da República é "Excelentíssimo Senhor Presidente da República"; para o Vice-Presidente, "Senhor Vice-Presidente da República"; e para Ministro de Estado, "Senhor Ministro". A alternativa E reproduz exatamente essa gradação, enquanto as demais incorrem em erros ao estender o tratamento "Excelentíssimo" ao Vice-Presidente e/ou ao Ministro, ou ao suprimir o "Excelentíssimo" do Presidente.
A FCC cobra a literalidade do MRPR quanto ao uso dos pronomes de tratamento no vocativo. É fundamental memorizar a regra: o Presidente da República recebe o tratamento de Excelentíssimo (além do Senhor), já o Vice-Presidente e os Ministros de Estado são tratados apenas com "Senhor" (sem Excelentíssimo). Essa distinção evita o erro comum de tratar todas as altas autoridades da mesma forma.
Cargo
Vocativo correto
Presidente da República
Excelentíssimo Senhor Presidente da República
Vice-Presidente da República
Senhor Vice-Presidente da República
Ministro de Estado
Senhor Ministro
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que os três vocativos seriam "Excelentíssimo Presidente", "Excelentíssimo Vice-Presidente" e "Excelentíssimo Ministro". O erro está em aplicar "Excelentíssimo" ao Vice-Presidente e ao Ministro. O Vice-Presidente não recebe esse tratamento no vocativo, e o Ministro também não (apenas "Senhor"). Além disso, falta o "Senhor" antes do cargo do Presidente – o correto é "Excelentíssimo Senhor Presidente da República".
Alternativa B — ❌ Incorreta
Traz "Excelentíssimo Senhor Presidente da República", "Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente da República" e "Senhor Ministro". O erro está no segundo vocativo: o Vice-Presidente não deve ser chamado de "Excelentíssimo Senhor", mas apenas de "Senhor Vice-Presidente da República".
Alternativa C — ❌ Incorreta
Apresenta "Senhor Presidente", "Senhor Vice-Presidente" e "Senhor Ministro". O erro é suprimir o "Excelentíssimo" do Presidente da República, que exige esse tratamento no vocativo.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Coloca "Excelentíssimo Senhor" para os três cargos. O erro está em estender o "Excelentíssimo" ao Vice-Presidente e ao Ministro, que não o recebem.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Registra exatamente: "Excelentíssimo Senhor Presidente da República", "Senhor Vice-Presidente da República" e "Senhor Ministro". Essa é a previsão do MRPR: o Presidente recebe "Excelentíssimo Senhor"; o Vice-Presidente e os Ministros, apenas "Senhor", seguido do cargo.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora o erro comum de achar que toda alta autoridade do Poder Executivo recebe "Excelentíssimo" no vocativo. O MRPR diferencia: apenas o Presidente da República merece esse tratamento; o Vice-Presidente e os Ministros são tratados apenas por "Senhor". Cuidado para não estender a exceção.