Questão de Engenharia de Software — Gerência de Configuração — FCC 2025
Engenharia de Software›Gerência de Configuração
Código
fc074343
Banca
FCC
Órgão
TRF - 4ª REGIÃO
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Desenvolvimento de Sistema da Informação
Em um tribunal, a equipe técnica adota práticas de DevOps e DevSecOps. A equipe utiliza ferramentas de controle de versão como GitLab e GitHub, além de pipelines automatizados de CI/CD. Dentro dessa estrutura, a organização eficiente do versionamento e da gestão de código deve considerar que
Ao fluxo Git baseado em branches centraliza o trabalho em main, utilizando branches secundárias apenas em situações de exceção.
Bo merge entre branches deve ser conduzido manualmente, priorizando decisões da equipe técnica, ainda que sem validações automatizadas vinculadas ao pipeline.
Co versionamento de código deve ser adaptado de forma simplificada para projetos internos, com registro informal de alterações e controle local de mudanças.
Dpipelines de CI/CD devem executar validações principalmente em ambientes de homologação, sendo dispensáveis etapa de publicação em produção.
Ea gestão de branches seja organizada com a criação de ramificações específicas para novas funcionalidades, correções e releases, alinhando-se às boas práticas de versionamento.
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GabaritoE — a gestão de branches seja organizada com a criação de ramificações específicas para novas funcionalidades, correções e releases, alinhando-se às boas práticas de versionamento.
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DevOps e Gestão de Branches
Gabarito: letra E. A organização eficiente do versionamento em um ambiente DevOps/DevSecOps recomenda a criação de ramificações específicas para novas funcionalidades, correções e releases – prática consagrada por modelos como Git Flow. Isso garante rastreabilidade, isolamento de mudanças e alinhamento com pipelines automatizados. As demais alternativas fogem das boas práticas ao propor centralização excessiva, processos manuais ou registros informais.
Gestão de branches (DevOps)
1Boas práticas
Ramificações específicas
Funcionalidades (feature)
Correções (hotfix)
Releases (release)
Integração com CI/CD
Rastreabilidade e isolamento
2Práticas rejeitadas
Centralização excessiva em main
Merge manual sem automação
Versionamento informal
CI/CD só em homologação
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que o fluxo Git deve centralizar o trabalho na branch main, usando branches secundárias apenas em exceções. Na verdade, práticas modernas de DevOps incentivam o uso frequente de branches temáticas (feature branches) para isolar o desenvolvimento e facilitar a integração contínua. Centralizar tudo em main reduz a colaboração e aumenta o risco de conflitos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Defende que merges sejam feitos manualmente, sem validações automatizadas. Isso contraria o princípio central de DevOps: automação de testes e integração contínua. O merge deve ser precedido por validações automáticas no pipeline de CI, garantindo qualidade e agilidade.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Propõe versionamento simplificado com registro informal e controle local. Em DevOps, o versionamento deve ser formal, centralizado e auditável, com commits, branches e histórico remoto, mesmo em projetos internos. A informalidade dificulta colaboração e rastreabilidade.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Sugere que validações de CI/CD sejam focadas em homologação e que a publicação em produção seja dispensável. Na realidade, a Entrega/Implantação Contínua (CD) visa justamente automatizar a publicação em produção, e as validações devem ocorrer desde a integração contínua, não apenas em homologação.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve a organização de branches em ramificações específicas para funcionalidades, correções e releases, alinhada às melhores práticas de versionamento. Esse modelo (ex.: Git Flow) permite isolar diferentes tipos de trabalho, facilitar revisões e integrar-se naturalmente com pipelines de CI/CD, promovendo eficiência e segurança no fluxo de desenvolvimento.