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Questão de Noções de Informática — Ameaças (Vírus, Worms, Trojans, Malware, etc.) — FCC 2024

Noções de InformáticaAmeaças (Vírus, Worms, Trojans, Malware, etc.)
Código
fc146399
Banca
FCC
Órgão
CETESB
Ano
2024
Cargo
Tec Adm ( )
Uma medida que pode facilitar a infecção do computador por vírus é
  1. Adesativar a reprodução automática para todos os dispositivos e mídias.
  2. Bnão baixar anexos de e-mails suspeitos ou de remetentes desconhecidos.
  3. Cativar a execução automática de arquivos baixados de e-mails.
  4. Dmanter o sistema operacional e todos os softwares, especialmente navegadores e clientes de e-mail, atualizados.
  5. Efazer uma varredura em todos os arquivos baixados de e-mails com antivirus antes de abri-los.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — ativar a execução automática de arquivos baixados de e-mails.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Segurança da Informação: medidas que facilitam a infecção por vírus

Gabarito: letra C. Ativar a execução automática de arquivos baixados de e-mails é uma medida que facilita a infecção, pois permite que um anexo malicioso seja executado sem a ação consciente do usuário — exatamente o oposto das boas práticas de segurança, que recomendam desativar a reprodução/execução automática e analisar manualmente qualquer arquivo recebido. As demais alternativas descrevem medidas preventivas que dificultam a infecção.

O vírus de computador é um tipo de malware que se propaga inserindo cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, e depende da execução do arquivo hospedeiro para se ativar. Por isso, qualquer configuração que automatize a execução de arquivos recebidos — como a reprodução automática de mídias ou a execução automática de anexos de e-mail — aumenta drasticamente o risco de infecção, pois elimina a barreira da ação consciente do usuário. O material de apoio confirma que uma das formas de infecção é "pela execução de arquivos previamente infectados, obtidos em anexos de mensagens eletrônicas" e que os vírus de script "podem ser automaticamente executados, dependendo da configuração do navegador Web e do programa leitor de e-mails do usuário".

Na prática, quando o cliente de e-mail está configurado para executar automaticamente anexos, um simples clique para abrir a mensagem pode disparar o malware sem que o usuário perceba. Por outro lado, desativar a reprodução automática, manter o sistema atualizado, não baixar anexos suspeitos e fazer varreduras com antivírus são medidas que reduzem a superfície de ataque. A banca explora exatamente essa inversão: enquanto a maioria das alternativas lista boas práticas, a correta aponta a falha de configuração que abre caminho para o vírus.

A pegadinha está em reconhecer que a questão pede a medida que facilita a infecção, não a que a previne. O candidato apressado pode marcar uma alternativa de prevenção (como a letra A ou D), mas o comando é claro: "Uma medida que pode facilitar a infecção". A letra C é a única que descreve um comportamento de risco, enquanto todas as outras são recomendações de segurança amplamente difundidas.

Medidas de segurança
  • 1Previnem infecção
    • Desativar reprodução automática
    • Não baixar anexos suspeitos
    • Manter sistema atualizado
    • Varredura com antivírus
  • 2Facilitam infecção
    • Execução automática de anexos
LEVEL · soulevel.com.br

Alternativa A — ❌ Incorreta

Desativar a reprodução automática para todos os dispositivos e mídias é uma medida preventiva. A reprodução automática (AutoPlay) executa automaticamente o conteúdo de mídias removíveis, como pen-drives, e desativá-la impede que um malware presente no dispositivo seja executado sem a autorização do usuário. Portanto, essa ação dificulta a infecção, não a facilita.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Não baixar anexos de e-mails suspeitos ou de remetentes desconhecidos é uma boa prática de segurança. A maioria dos vírus de e-mail se propaga justamente por anexos maliciosos, e evitar baixá-los reduz significativamente o risco de infecção. Essa conduta previne a infecção, contrariando o que o enunciado pede.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Ativar a execução automática de arquivos baixados de e-mails é uma medida que facilita a infecção. Quando o cliente de e-mail executa automaticamente anexos, um arquivo malicioso pode ser ativado sem que o usuário clique nele ou confirme a execução. Isso elimina a barreira da ação consciente e permite que o vírus se instale e se propague. O material de apoio menciona que vírus de script podem ser "automaticamente executados, dependendo da configuração do navegador Web e do programa leitor de e-mails", confirmando o risco dessa configuração.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Manter o sistema operacional e todos os softwares atualizados é uma medida preventiva essencial. As atualizações corrigem vulnerabilidades conhecidas que podem ser exploradas por malwares, como worms e vírus. Um sistema desatualizado é mais suscetível a ataques, mas mantê-lo atualizado dificulta a infecção, não a facilita.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Fazer uma varredura em todos os arquivos baixados de e-mails com antivírus antes de abri-los é uma medida preventiva. O antivírus analisa o arquivo em busca de assinaturas de malware e bloqueia a execução se detectar algo suspeito. Essa prática reduz o risco de infecção, sendo o oposto do que a questão pede.

Gabarito: letra C — a única alternativa que descreve uma medida que facilita a infecção por vírus, enquanto as demais são boas práticas de segurança.

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