Questão de Fonoaudiologia — Neonatologia — FGV 2022
- Código
- fg051715
- Banca
- FGV
- Órgão
- SEAD-AP
- Ano
- 2022
- Nível
- Superior
- Cargo
- Perito Criminal - Fonoaudiólogo
- AF, F e F.
- BF, V e V.
- CV, V e V.
- DV, V e F.
- EV, F e F.
GabaritoC — V, V e V.
Gabarito: letra C — todas as afirmativas são verdadeiras (V, V, V). A questão aborda marcos históricos da TANU: a criação dos indicadores de risco pelo Joint Committee on Infant Hearing na década de 1970, o surgimento do PEATE automático no final dos anos 80, e a descrição da neuropatia auditiva nos anos 90. Esses são eventos reais e consolidados na literatura fonoaudiológica.
O contexto fornecido não contém material específico sobre o histórico da TANU, portanto a fundamentação baseia-se no conhecimento técnico da área, compatível com o gabarito oficial da FGV.
A definição de indicadores de risco para deficiência auditiva (IRDA) realmente teve início na década de 1970, pelo “Joint Committee on Infant Hearing” (JCIH). Esse comitê publicou a primeira lista de indicadores de risco em 1973, revisada posteriormente. Portanto, a afirmativa é verdadeira.
No final da década de 1980, o potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) ganhou uma versão com análise automática de resposta (PEATE-a), que permitiu sua aplicação em triagens de forma rápida e prática. O PEATE automático foi introduzido nesse período, facilitando a triagem auditiva neonatal. Afirmativa verdadeira.
Entre 1994 e 1996, a descrição da alteração auditiva conhecida como espectro da neuropatia auditiva (ENA) provocou uma nova reflexão sobre os procedimentos da TANU. A neuropatia auditiva foi reconhecida como uma condição que poderia passar despercebida nas triagens baseadas apenas em Emissões Otoacústicas, levando a inclusão do PEATE nos protocolos. Afirmativa verdadeira.
Conclusão: As três afirmativas são verdadeiras, conforme o gabarito oficial (alternativa C).
Gabarito: letra C (V, V, V).
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