Text I – Auditors and Trust
Gabarito: letra D. O texto defende que os auditores precisam investir em interações constantes (constant interactions), pois sugere um diálogo mais frequente com comitês de auditoria e um papel mais aberto e inclusivo, transformando o processo de auditoria em uma prática de construção de confiança por meio de contato contínuo com stakeholders.
O texto afirma que "more frequent dialogue with audit committees and a more ambitious outward facing role for the sector’s leadership would be welcome" e propõe que o processo de auditoria se torne uma "trust-producing practice" em que o auditor atua como intermediário para promover aprendizado entre todas as dimensões da organização e seus stakeholders. A ideia de que as opiniões de investidores, funcionários, fornecedores e clientes sejam rotineiramente consideradas, e que tecnologias online permitam informar, envolver e convidar, reforça que a abordagem desejada é de interações constantes.
Alternativa A — ❌ Incorreta
O texto não menciona "dynamic surveys" (pesquisas dinâmicas). Embora fale em considerar opiniões de stakeholders, não especifica pesquisas como solução.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"Unfounded records" (registros infundados) é o oposto do que se busca; o texto defende maior confiança e transparência, não registros sem fundamento.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Provisional auditing" (auditoria provisória) não é sugerido. O texto propõe uma mudança no papel do auditor, não auditoria temporária.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O texto explicitamente defende "more frequent dialogue" e um processo mais co-produtivo e aberto, ou seja, constantes interações com os envolvidos. É a única alternativa que reflete a ênfase do texto em diálogo e engajamento contínuos.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"User-friendly programs" (programas amigáveis ao usuário) não são mencionados. O foco é no processo de auditoria como prática de confiança, não em softwares ou programas específicos.