Questão de Engenharia de Software — Inteligencia Artificial — FGV 2024
Engenharia de Software›Inteligencia Artificial
Código
fg079815
Banca
FGV
Órgão
DATAPREV
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
ATI - Inteligência da Informação
A validação cruzada é uma importante técnica em aprendizado de máquina, usada para obter uma estimativa mais robusta do erro de generalização. Dessa forma, ela contribui para a construção de modelos mais confiáveis, permitindo uma avaliação mais precisa de sua capacidade preditiva em diferentes cenários.Uma das características da validação cruzada com k conjuntos é que esse método
Aconsidera, na sua versão estratificada, a proporção de exemplos de cada classe quando da geração de subconjuntos mutuamente exclusivos.
Bdivide aleatoriamente registros em treinamento e teste em proporções p e (1-p), respectivamente.
Cgera conjuntos cuja interseção é não vazia, utilizados a cada iteração como conjunto de treino e teste.
Dpenaliza os conjuntos de treino com k sorteios aleatórios, de modo a torná-lo equilibrado frente ao conjunto de teste.
Eproduz o conjunto de treinamento a partir de N sorteios aleatórios com reposição a partir dos dados originais.
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GabaritoA — considera, na sua versão estratificada, a proporção de exemplos de cada classe quando da geração de subconjuntos mutuamente exclusivos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Validação Cruzada (k-fold)
Gabarito: letra A. A validação cruzada com k conjuntos (k-fold) divide os dados em k subconjuntos mutuamente exclusivos. Na versão estratificada, mantém-se a proporção de exemplos de cada classe em cada subconjunto, garantindo representatividade. As demais alternativas descrevem outras técnicas: holdout (B), conjuntos não disjuntos (C), penalização (D) e bootstrap (E).
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa descreve corretamente a validação cruzada estratificada: "considera, na sua versão estratificada, a proporção de exemplos de cada classe quando da geração de subconjuntos mutuamente exclusivos." Isso assegura que cada fold reflita a distribuição original das classes, evitando viés de amostragem.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A descrição de "dividir aleatoriamente registros em treinamento e teste em proporções p e (1-p)" corresponde ao método holdout (simples divisão treino/teste), não à validação cruzada k-fold, que utiliza múltiplas iterações com diferentes partições.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Afirma que os conjuntos gerados têm interseção não vazia. Na validação cruzada k-fold, os conjuntos de treino e teste são disjuntos (interseção vazia) em cada iteração, exceto pelo fato de que amostras podem aparecer em folds diferentes ao longo das iterações, mas nunca simultaneamente no mesmo par treino-teste.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Não há penalização de conjuntos de treino com k sorteios aleatórios. A validação cruzada simplesmente particiona os dados; a versão estratificada ajusta a distribuição das classes, mas sem "penalização".
Alternativa E — ❌ Incorreta
A produção do conjunto de treinamento a partir de N sorteios com reposição caracteriza o método bootstrap, não a validação cruzada k-fold, que usa subconjuntos sem reposição.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre validação cruzada k-fold e outras técnicas de reamostragem (holdout, bootstrap). Lembre-se: k-fold divide os dados em k partes disjuntas, e cada parte é usada exatamente uma vez como teste. Na versão estratificada, as proporções de classe são preservadas em cada fold.