Tags em Sistemas de Controle de Versão
Gabarito: letra B. Tags (ou etiquetas) em sistemas de versionamento (como Git, SVN) são referências estáticas a commits específicos, usadas para marcar pontos importantes do desenvolvimento, como releases (v1.0, v2.0). Diferem de branches por não serem móveis e não avançarem com novos commits.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que tags são atribuídas a commits consecutivos para refletir o avanço da equipe. Na verdade, tags são pontuais e não sequenciais; o avanço contínuo é representado por commits e branches, não por tags. Tags marcam marcos específicos, não o progresso diário.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Definição precisa: tags servem para marcar permanentemente pontos importantes, como lançamento de novas versões ou outros pontos de referência. Elas são imutáveis (em geral) e facilitam a identificação de versões específicas no histórico.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Sugere que tags devem ser aplicadas automaticamente a cada commit, o que não é prática recomendada. Tags são manuais e intencionais; aplicá-las automaticamente a cada commit poluiria o repositório e perderia o sentido de marcar apenas pontos relevantes.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Diz que tags são usadas para documentar alterações em tempo real e rastreamento diário. Isso é função de commits, que registram mudanças incrementais. Tags não são para uso diário; são para marcos estáveis.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que tags são alternativa a commits para indicar mudanças incrementais. Completamente equivocado: commits são a unidade básica de mudança; tags apenas apontam para um commit específico. Tags não substituem commits nem mantêm histórico limpo; commits já fazem isso.
Gabarito: letra B.