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Questão de Engenharia de Software — Desenvolvimento de Software — FGV 2024

Engenharia de SoftwareDesenvolvimento de Software
Código
fg097474
Banca
FGV
Órgão
TCE-PA
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Auditor de Controle Externo - Área de Informática - Analista de Sistemas
Em relação ao desenvolvimento de software utilizando plataformas low-code e no-code, analise as práticas a seguir.I. Implementar uma governança de TI que inclua revisões de segurança e conformidade das aplicações desenvolvidas, além de políticas de controle de versão.II. Utilizar apenas as bibliotecas e componentes internos da plataforma para evitar incompatibilidades e problemas de integração.III. Desenvolver todas as aplicações críticas em paralelo utilizando métodos tradicionais de desenvolvimento para garantir a redundância.Para garantir que as aplicações desenvolvidas atendam às boas práticas para segurança, escalabilidade e manutenção, é(são) correta(s) a(s) prática(s):
  1. AI, apenas.
  2. BII, apenas.
  3. CIII, apenas.
  4. DI e III, apenas.
  5. EII e III, apenas.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — I, apenas.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Boas práticas em desenvolvimento low-code e no-code

Gabarito: letra A. Apenas a prática I está correta, pois implementar governança de TI com revisões de segurança, conformidade e controle de versão é essencial para garantir segurança, escalabilidade e manutenção em aplicações low-code/no-code. As práticas II e III contrariam boas práticas reconhecidas.

A questão testa o conhecimento sobre princípios gerais de engenharia de software aplicados a ambientes low-code e no-code. Embora essas plataformas simplifiquem o desenvolvimento, as boas práticas tradicionais de governança, segurança e manutenção continuam sendo fundamentais.

1Governança de TI (I)
Revisões de segurança e conformidade
Controle de versão
2Restrição a componentes internos (II)
Reduz flexibilidade
Dificulta reutilização
3Redundância paralela tradicional (III)
Retrabalho e custo
Complexidade desnecessária
Boas práticas low-code/no-code
LEVELsoulevel.com.br
Boas práticas low-code/no-code: Governança de TI (I) (Revisões de segurança e conformidade, Controle de versão); Restrição a componentes internos (II) (Reduz flexibilidade, Dificulta reutilização); Redundância paralela tradicional (III) (Retrabalho e custo, Complexidade desnecessária)

Item I — ✅ Correto

A governança de TI é indispensável, inclusive em plataformas low-code/no-code. Revisões de segurança e conformidade garantem que as aplicações atendam aos requisitos organizacionais e legais. Políticas de controle de versão permitem rastrear mudanças, possibilitar reversões e manter a integridade do código, facilitando a manutenção e a escalabilidade.

Item II — ❌ Incorreto

Limitar-se apenas às bibliotecas e componentes internos da plataforma reduz a flexibilidade e a capacidade de reutilização. Uma boa prática é utilizar componentes externos confiáveis e reutilizáveis, desde que gerenciados adequadamente (com controle de versão, análise de compatibilidade etc.). A recomendação de "apenas internos" é excessivamente restritiva e pode levar a retrabalho e dificuldades de manutenção.

Item III — ❌ Incorreto

Desenvolver todas as aplicações críticas em paralelo com métodos tradicionais para garantir redundância não é uma boa prática. O correto é aplicar a plataforma mais adequada para cada caso, muitas vezes combinando abordagens (híbrido) ou utilizando a plataforma low-code para acelerar o desenvolvimento, com os devidos controles de qualidade. Criar uma versão redundante paralela com tecnologia tradicional gera retrabalho, custo adicional e complexidade desnecessária, sem agregar valor real de segurança ou escalabilidade.

Conclusão: O gabarito é a letra A (I, apenas).

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