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Questão de História — História do Brasil — FGV 2025

HistóriaHistória do Brasil
Código
fg106966
Banca
FGV
Órgão
CNU
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Bloco Temático 6: Desenvolvimento Socioeconômico
Juscelino Kubitschek assumiu a presidência em 31 de janeiro de 1956. Além de ser conhecido pela construção da atual capital brasileira, Brasília, seu governo foi marcado pelo comprometimento do setor público com o desenvolvimentismo. Para sustentar o programa desenvolvimentista, o governo Juscelino Kubitschek organizou o Plano de Metas, o mais completo e coerente conjunto de investimentos feito até então.Sobre esse tema, é correto afirmar que:
  1. Ao Plano de Metas possuía mecanismos bem estruturados de financiamento;
  2. Bo Plano de Metas não previa a expansão dos meios de pagamento como forma de financiamento dos gastos públicos;
  3. Cas áreas consideradas cruciais dentro do Plano de Metas eram: energia, transporte, alimentação, indústrias de base e educação;
  4. Ddentre as áreas prioritárias, alimentação e educação foram as que receberam as maiores fatias dos recursos alocados para o Plano de Metas;
  5. Eo setor público teve papel secundário na criação da infraestrutura necessária para o processo de industrialização previsto no Plano de Metas.
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GabaritoC — as áreas consideradas cruciais dentro do Plano de Metas eram: energia, transporte, alimentação, indústrias de base e educação;

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Plano de Metas (Governo Juscelino Kubitschek)

Gabarito: letra C. O Plano de Metas de JK concentrou-se em cinco áreas estratégicas: energia, transporte, alimentação, indústrias de base e educação. Essa é a afirmação correta, pois essas áreas foram definidas como cruciais para o desenvolvimentismo do período. As demais alternativas distorcem aspectos reais do plano.

  1. 15 áreas estratégicas
  2. 2Energia e Transporte (70% dos recursos)
  3. 3Alimentação e Educação (<10% cada)
  4. 4Financiamento improvisado (emissão + dívida)
  5. 5Papel central do Estado (estatais)
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Alternativa A — ❌ Incorreta

O Plano de Metas não possuía mecanismos bem estruturados de financiamento. Na verdade, o financiamento foi marcado por improvisação, recorrendo-se à emissão monetária e ao endividamento externo, o que gerou pressões inflacionárias.

Alternativa B — ❌ Incorreta

O Plano de Metas previa sim a expansão dos meios de pagamento como forma de financiamento. O governo utilizou a criação de moeda e o crédito para viabilizar os investimentos, contribuindo para o aumento da inflação.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

As áreas consideradas cruciais eram exatamente: energia, transporte, alimentação, indústrias de base e educação. Essas cinco áreas formaram o núcleo do Plano de Metas, com destaque para os setores de energia e transporte.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Dentre as áreas prioritárias, não foram alimentação e educação as que receberam as maiores fatias dos recursos. Os setores de energia e transporte concentraram a maior parte dos investimentos (cerca de 70% do total), enquanto alimentação e educação tiveram participação modesta (menos de 10% cada uma, aproximadamente).

Alternativa E — ❌ Incorreta

O setor público teve papel central, não secundário, na criação da infraestrutura. O Estado brasileiro atuou diretamente na construção de hidrelétricas, rodovias, ferrovias e na criação de empresas estatais (como a Eletrobras e a Petrobras já existente) para viabilizar a industrialização.

NÃO CAIA NESSA!

Ao estudar o Plano de Metas, lembre-se da tríade "Energia, Transporte, Indústria" como carro-chefe. Alimentação e educação foram incluídas, mas com menor peso financeiro. A banca costuma inverter os destaques, colocando alimentos e educação como principais, quando na verdade foram complementares.

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