Questão de Matemática — Probabilidade — FGV 2025
- Código
- fg119868
- Banca
- FGV
- Órgão
- SEDUC-MT
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor de Educação Básica - Habilitação: Matemática
- A1/6
- B2/15
- C7/60
- D11/90
- E13/90
GabaritoE — 13/90
Gabarito: letra E — a conta chega a 13/90 (alternativa E).
A probabilidade clássica é a razão entre os casos favoráveis e os casos possíveis. Aqui, o espaço amostral são todos os números de três algarismos (100 a 999), totalizando 900 números, pois a centena não pode ser zero. O evento pedido combina duas condições: ser ímpar (último algarismo 1, 3, 5, 7 ou 9) e ter pelo menos dois algarismos iguais. Para contar os casos favoráveis, separamos em duas situações mutuamente exclusivas: exatamente dois algarismos iguais (com o terceiro diferente) e os três algarismos iguais. A contagem exige cuidado com a restrição de a centena não ser zero e com a paridade do algarismo repetido.
números de três algarismos: de 100 a 999
condição: número ímpar e com pelo menos dois algarismos iguais
O que queremos: a probabilidade de retirar um número ímpar com pelo menos dois algarismos iguais
A probabilidade é casos favoráveis dividido por casos possíveis. Precisamos primeiro saber quantos números existem no total, pois isso será o denominador da fração.
Por que esta fórmula: Os números de três algarismos vão de 100 a 999. A centena pode ser de 1 a 9 (9 opções), a dezena de 0 a 9 (10 opções) e a unidade de 0 a 9 (10 opções). Pelo princípio multiplicativo, o total é 9 × 10 × 10.
De onde vem cada valor: = centena: 1 a 9 (não pode ser 0) · = unidade: 0 a 9
Contar 1000 (de 000 a 999) esquecendo que a centena não pode ser zero.
O evento pede 'pelo menos dois iguais', então precisamos contar os casos com exatamente dois iguais e os com três iguais. Vamos começar pelos de exatamente dois iguais, separando em três subcasos conforme a posição do algarismo repetido.
Por que esta fórmula: Para cada subcaso, contamos as possibilidades para cada posição, respeitando as restrições: a centena não pode ser zero e a unidade deve ser ímpar (1, 3, 5, 7, 9).
Esquecer de considerar os três subcasos (AAB, ABA, ABB) ou errar a contagem da unidade ímpar.
Além dos casos com exatamente dois iguais, há os números com os três algarismos iguais. Como o número deve ser ímpar, o algarismo repetido deve ser ímpar.
Por que esta fórmula: Os números de três algarismos iguais são da forma AAA. Para serem ímpares, A deve ser ímpar: 1, 3, 5, 7, 9. Portanto, há 5 números.
De onde vem cada valor: = algarismos ímpares: 1, 3, 5, 7, 9
Incluir números pares como 222, 444, etc., que não são ímpares.
Os casos com exatamente dois iguais e os com três iguais são mutuamente exclusivos, então o total de casos favoráveis é a soma deles.
Por que esta fórmula: A soma é direta: 125 + 5 = 130.
De onde vem cada valor: = passo 2: 125 · = passo 3: 5
Esquecer de somar os dois casos ou contar algum número duas vezes.
Com o total de casos possíveis (passo 1) e o total de casos favoráveis (passo 4), podemos calcular a probabilidade como a razão entre eles.
Por que esta fórmula: A probabilidade clássica é definida como o quociente entre o número de casos favoráveis e o número de casos possíveis.
De onde vem cada valor: = passo 4: 130 · = passo 1: 900
Não simplificar a fração ou errar na divisão.
Resposta: 13/90 (alternativa E)
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