Analista Administrativo - Tecnologia da Informação, com especialidade em Banco de Dados
Auditoria é a investigação dos procedimentos, processos e práticas relativas ao sistema de gerenciamento de banco de dados de um determinado órgão público. Os auditores se baseiam no histórico de mudanças ocorridas (log) nos dados armazenados em um determinado sistema.Para manter um registro de todas as atualizações realizadas no banco de dados e de usuários em particular que aplicaram cada atualização, é utilizado o log do sistema. O log do sistema inclui uma entrada para cada operação aplicada ao banco de dados.Sistemas de banco de dados baseados em PostgreSQL possuem a função trigger para a criação de logs. Essa função é muito utilizada para atualizar o log do sistema toda vez que uma determinada operação no banco de dados é realizada.Mais especificamente, quando o trigger está associado a tabelas de dados, ele somente pode ser executado
Aantes ou depois das operações INSERT, UPDATE e DELETE.
Bantes das operações INSERT, UPDATE e DELETE.
Cantes ou depois das operações INSERT e DELETE.
Ddepois das operações INSERT e DELETE.
Eantes ou depois da operação DELETE.
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GabaritoA — antes ou depois das operações INSERT, UPDATE e DELETE.
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Triggers no PostgreSQL: eventos e timing
Gabarito: letra A. No PostgreSQL, triggers associados a tabelas podem ser executados antes (BEFORE) ou depois (AFTER) das operações INSERT, UPDATE e DELETE, conforme a documentação oficial. As demais alternativas restringem indevidamente os eventos ou o momento de execução.
Trigger em tabelas (PostgreSQL): Eventos DML (INSERT, UPDATE, DELETE); Timing (BEFORE (antes), AFTER (depois)); Outros (INSTEAD OF (visões), TRUNCATE (v9.0+))
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O PostgreSQL permite que triggers em tabelas sejam disparados antes ou depois de operações INSERT, UPDATE e DELETE. Além disso, também suporta INSTEAD OF para visões, e TRUNCATE a partir da versão 9.0, mas a questão foca em tabelas. A descrição abrange exatamente os três eventos DML e os dois momentos possíveis.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma que o trigger só pode ser executado antes das operações INSERT, UPDATE e DELETE. Ignora a possibilidade de execução depois (AFTER). O PostgreSQL aceita ambos os momentos.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Limita a execução a antes ou depois das operações INSERT e DELETE, excluindo UPDATE. Triggers podem ser criados para todos os três eventos DML, inclusive UPDATE.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Determina que o trigger só pode ser executado depois das operações INSERT e DELETE, novamente excluindo UPDATE e o modo BEFORE.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Restringe a execução a antes ou depois apenas da operação DELETE. Ignora INSERT e UPDATE.
Conclusão: A única alternativa que descreve corretamente as possibilidades de criação de triggers em tabelas no PostgreSQL é a letra A.