Questão de Matemática — Geometria Analítica — FGV 2025
- Código
- fg122222
- Banca
- FGV
- Órgão
- TCE-RR
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Técnico Administrativo
- A5.
- B6.
- C7.
- D8.
- E9.
GabaritoA — 5.
Gabarito: letra A — a conta chega a y = 5, alternativa A.
A distância entre dois pontos no plano cartesiano é o comprimento do segmento de reta que os une. Ela é calculada pela fórmula d(P,Q) = √[(x₂−x₁)² + (y₂−y₁)²], que vem do Teorema de Pitágoras: as diferenças das coordenadas são os catetos de um triângulo retângulo, e a distância é a hipotenusa. Essa fórmula é a base da Geometria Analítica, pois transforma problemas geométricos em equações algébricas. Quando dois pontos são equidistantes de um terceiro, suas distâncias a esse ponto são iguais, o que gera uma equação que podemos resolver. Nesta questão, precisamos igualar as distâncias de A a B e de A a C, montar a equação e encontrar y, lembrando que y deve ser positivo.
A(3, 2)
B(0, 1)
C(4, y) com y > 0
B e C equidistantes de A
O que queremos: o valor de y
Precisamos conhecer a distância entre A e B, pois ela será comparada com a distância entre A e C. A fórmula da distância usa as coordenadas dos dois pontos.
Por que esta fórmula: A distância entre dois pontos é a raiz quadrada da soma dos quadrados das diferenças das coordenadas. Essa é a fórmula padrão da Geometria Analítica.
De onde vem cada valor: = enunciado: A(3, 2) · = enunciado: A(3, 2) · = enunciado: B(0, 1) · = enunciado: B(0, 1)
Esquecer de elevar ao quadrado as diferenças, ou errar o sinal ao subtrair as coordenadas.
A distância de A a C depende de y, que é a incógnita. Precisamos expressá-la em função de y para depois igualar com a distância AB.
Por que esta fórmula: Mesma fórmula da distância, agora aplicada aos pontos A e C.
De onde vem cada valor: = enunciado: A(3, 2) · = enunciado: A(3, 2) · = enunciado: C(4, y) · = enunciado: C(4, y)
Confundir a ordem das coordenadas, mas como está ao quadrado, a ordem não altera o resultado.
A condição de equidistância diz que as distâncias são iguais. Igualando as expressões, obtemos uma equação que nos permite achar y.
Por que esta fórmula: Se d(A,B) = d(A,C), então as expressões são iguais.
De onde vem cada valor: = passo 1 · √(1 + (y-2)^2) = passo 2
Esquecer de igualar as distâncias e tentar resolver separadamente.
Para eliminar as raízes quadradas e trabalhar com uma equação mais simples. Como as distâncias são não negativas, elevar ao quadrado é válido.
Por que esta fórmula: Elevar ao quadrado ambos os lados de uma igualdade mantém a igualdade, e aqui remove as raízes.
De onde vem cada valor: = passo 1 · √(1 + (y-2)^2) = passo 2
Esquecer de elevar ao quadrado o lado direito corretamente, ou não simplificar a raiz.
Precisamos deixar (y-2)² sozinho para poder extrair a raiz quadrada.
Por que esta fórmula: Subtraindo 1 de ambos os lados, isolamos o termo quadrático.
De onde vem cada valor: = passo 4 · = passo 4
Errar a subtração: 10 - 1 = 9, mas alguns podem fazer 10 + 1 = 11.
Para encontrar os possíveis valores de y-2. Lembre-se de que a raiz quadrada de um número positivo tem duas soluções: uma positiva e uma negativa.
Por que esta fórmula: Se a² = b, então a = ±√b.
De onde vem cada valor: = passo 5
Esquecer o sinal ±, considerando apenas a raiz positiva.
Cada sinal dá um valor de y. Precisamos considerar ambos e depois aplicar a condição y > 0.
Por que esta fórmula: Somando 2 a ambos os lados de cada equação.
De onde vem cada valor: = passo 6 · = passo 6
y = 5 ou y = -1
Esquecer de somar 2 corretamente, ou não considerar as duas soluções.
O enunciado impõe que y seja positivo, então descartamos a solução negativa.
Por que esta fórmula: A condição y > 0 elimina y = -1.
Esquecer a condição y > 0 e marcar a alternativa errada, ou considerar as duas soluções como válidas.
Resposta: y = 5, alternativa A
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