Questão de Administração Geral — Abordagem Clássica da Administração — FGV 2026
Administração Geral›Abordagem Clássica da Administração
Código
fg126424
Banca
FGV
Órgão
AL-RO
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Analista Legislativo (Administração)
Após concluir uma pós-graduação, Emanuel, executivo de uma companhia brasileira do setor de frigoríficos, decide implementar em sua organização práticas fundamentadas na Administração Científica. Ao buscar apoio de um consultor para conduzir essa transição, Emanuel é informado de que esse modelo recebeu diversas críticas ao longo do tempo, as quais podem gerar impactos negativos caso não sejam consideradas.Representam corretamente duas dessas críticas:
Aausência de comprovação científica e abordagem do homo social.
Bvisão microscópica do homem e ênfase excessiva nos grupos informais.
Csuperespecialização do operário e abordagem incompleta da organização.
Dconcepção considerada ingênua do operário e foco exclusivo no aspecto emocional.
Eemprego de técnicas ineficientes de produção e ausência de comprovação científica.
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GabaritoC — superespecialização do operário e abordagem incompleta da organização.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Administração Científica: Críticas ao Modelo Taylorista
Gabarito: letra C. As críticas clássicas à Administração Científica de Taylor incluem a superespecialização do operário (tarefas fragmentadas e repetitivas) e a abordagem incompleta da organização (foco exclusivo no nível operacional, ignorando aspectos estruturais e humanos mais amplos). Essas duas críticas estão perfeitamente capturadas na alternativa C.
A banca FGV testa o conhecimento das limitações do Taylorismo, frequentemente cobradas em concursos. É importante distinguir as críticas pertinentes à Escola Clássica daquelas que se referem a outras teorias (como Relações Humanas ou Burocracia).
Alternativa A — ❌ Incorreta
A "ausência de comprovação científica" não é uma crítica central; Taylor defendia justamente o caráter científico de seus métodos (embora isso seja questionável). Já a "abordagem do homo social" é um conceito da Teoria das Relações Humanas, não uma crítica ao Taylorismo.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A "visão microscópica do homem" (visão mecanicista) é uma crítica válida, mas a "ênfase excessiva nos grupos informais" não se aplica: a Administração Científica ignorava os grupos informais, que só foram destacados posteriormente pela Escola de Relações Humanas.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A "superespecialização do operário" (divisão extrema do trabalho em tarefas elementares) e a "abordagem incompleta da organização" (foco restrito à fábrica, sem considerar a estrutura organizacional como um todo) são duas críticas clássicas e recorrentes ao Taylorismo.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A "concepção ingênua do operário" (tratá-lo como mero apêndice da máquina) é uma crítica possível, mas o "foco exclusivo no aspecto emocional" é o oposto do que Taylor pregava — ele enfatizava os incentivos econômicos (homo economicus) e a racionalização, não o aspecto emocional.
Alternativa E — ❌ Incorreta
O Taylorismo buscava justamente "técnicas eficientes de produção" (estudo de tempos e movimentos, padronização), então essa não é uma crítica negativa. Quanto à "ausência de comprovação científica", novamente não é uma crítica principal.
NÃO CAIA NESSA!
A banca mistura elementos de diferentes teorias para confundir. Veja: as alternativas A, B e D trazem conceitos da Teoria das Relações Humanas (homo social, grupos informais, ênfase emocional) como se fossem críticas ao Taylorismo, quando na verdade são focos de outra escola. Fique atento: Administração Científica = ênfase na tarefa, homo economicus, racionalização; Relações Humanas = ênfase nas pessoas, grupos informais, necessidades sociais. Memorizar essas associações evita erros.