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Questão de Banco de Dados — Modelagem de dados — FGV 2026

Banco de DadosModelagem de dados
Código
fg126981
Banca
FGV
Órgão
AL-RO
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Analista Legislativo (Engenharia de Computação)
Um relacionamento 1:N entre as entidades DEPARTAMENTO (lado 1) e FUNCIONARIO (lado N) deve ser mapeado para o Modelo Relacional.A técnica padrão de mapeamento desse relacionamento é
  1. Acriar uma tabela separada para o relacionamento, contendo as chaves primárias de ambas as entidades.
  2. Bcriar uma tabela separada e usar as chaves primárias de ambas as entidades como chave primária composta.
  3. Ccolocar a chave primária de DEPARTAMENTO como chave estrangeira na tabela FUNCIONARIO (lado N).
  4. Dcolocar a chave primária de FUNCIONARIO como chave estrangeira na tabela DEPARTAMENTO (lado 1).
  5. Eabsorver os atributos de FUNCIONARIO na tabela DEPARTAMENTO.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — colocar a chave primária de DEPARTAMENTO como chave estrangeira na tabela FUNCIONARIO (lado N).

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Mapeamento de Relacionamento 1:N para Modelo Relacional

Gabarito: letra C. A técnica padrão para mapear um relacionamento 1:N entre as entidades DEPARTAMENTO (lado 1) e FUNCIONARIO (lado N) é adicionar a chave primária da entidade do lado 1 (DEPARTAMENTO) como chave estrangeira na tabela que representa a entidade do lado N (FUNCIONARIO). Isso garante a integridade referencial e representa corretamente a associação no modelo relacional.

A questão testa o conhecimento da regra de mapeamento do modelo entidade-relacionamento para o modelo relacional. Para relacionamentos 1:N, não se cria uma tabela separada (ao contrário do que ocorre em relacionamentos N:M), e a chave estrangeira sempre é inserida na tabela do lado N (muitos).

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que se deve criar uma tabela separada para o relacionamento, contendo as chaves primárias de ambas as entidades. Essa técnica é correta apenas para relacionamentos muitos-para-muitos (N:M). Em um relacionamento 1:N, a criação de uma tabela separada é desnecessária e ineficiente, pois a cardinalidade permite que a chave do lado 1 seja replicada no lado N.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Sugere criar uma tabela separada e usar as chaves primárias de ambas as entidades como chave primária composta. Novamente, isso é o padrão para relacionamentos N:M, onde a tabela associativa (também chamada de tabela de junção) possui uma chave primária composta pelas duas chaves estrangeiras. Para 1:N, não se utiliza tabela separada.

Alternativa C — ✅ Correta (⟵ GABARITO)

Determina colocar a chave primária de DEPARTAMENTO como chave estrangeira na tabela FUNCIONARIO (lado N). Essa é a regra padrão: a entidade que está no lado N recebe uma chave estrangeira referenciando a chave primária da entidade do lado 1. Isso permite que cada funcionário pertença a um departamento, e um departamento possa ter vários funcionários.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Inverte a direção: colocar a chave primária de FUNCIONARIO como chave estrangeira na tabela DEPARTAMENTO. Isso representaria um relacionamento N:1 incorreto (vários departamentos para um funcionário?), ou um relacionamento 1:1 com inversão. O lado 1 (DEPARTAMENTO) não pode ter uma chave estrangeira que aponte para vários funcionários, pois isso violaria a normalização e criaria redundância.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Propõe absorver os atributos de FUNCIONARIO na tabela DEPARTAMENTO. Isso misturaria dados de duas entidades distintas, violando a normalização e a atomicidade. Cada entidade deve ser representada por sua própria tabela no modelo relacional, a menos que haja uma especialização com herança (caso não mencionado).

Conclusão: A alternativa C segue o mapeamento clássico de relacionamento 1:N, conforme amplamente ensinado em modelagem de dados.

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