Questão de Matemática — Regra de Três Simples — FGV 2025
- Código
- fg168028
- Banca
- FGV
- Órgão
- CBM RJ
- Ano
- 2025
- Cargo
- Of AE ( )
- A20%.
- B25%.
- C50%.
- D75%.
- E80%.
GabaritoA — 20%.
Gabarito: letra A — a conta chega a A redução é de 20% — alternativa A.
Duas grandezas são inversamente proporcionais quando o produto entre elas é constante: se uma cresce, a outra diminui na mesma proporção. No mundo real, isso aparece, por exemplo, na velocidade e no tempo de uma viagem — quanto maior a velocidade, menor o tempo para percorrer a mesma distância. Aqui, a pressão da água e o tempo de extinção seguem essa mesma lógica: mais pressão, menos tempo.
A relação é T × P = k, onde T é o tempo, P é a pressão e k é uma constante. Se a pressão aumenta 25%, ela vira 1,25 × P; para o produto continuar o mesmo, o tempo precisa ser dividido por 1,25, resultando em 0,8 × T. Isso significa que o novo tempo é 80% do original, ou seja, uma redução de 20%. O ponto crucial é que o percentual de redução não é igual ao percentual de aumento, porque a base de cálculo muda: o aumento incide sobre a pressão, e a redução incide sobre o tempo.
Esta questão testa exatamente essa diferença: saber que, em grandezas inversamente proporcionais, o produto é constante e que o novo tempo é o original dividido pelo fator de aumento. A pegadinha é achar que a redução é também de 25%.
aumento de 25% na pressão da água
tempo de extinção é inversamente proporcional à pressão
O que queremos: a redução percentual no tempo de extinção do incêndio
Precisamos traduzir o aumento percentual em um fator multiplicativo para usar na relação de proporcionalidade. Aumentar 25% significa multiplicar por 1,25, pois 100% + 25% = 125% = 1,25.
Por que esta fórmula: O fator de aumento é 1 + (percentual/100). Para 25%, fica 1 + 0,25 = 1,25.
De onde vem cada valor: = enunciado: aumento de 25% · = definição: pressão inicial, valor não fornecido
Esquecer de somar 100% e usar 0,25 como fator, o que daria uma redução de 75% no tempo.
Como o tempo e a pressão são inversamente proporcionais, o produto entre eles é constante. Com a nova pressão, o novo tempo deve manter esse produto.
Por que esta fórmula: A definição de grandezas inversamente proporcionais é T × P = k. Igualando os produtos antes e depois, conseguimos isolar o novo tempo.
De onde vem cada valor: = definição: novo tempo, incógnita · = passo 1: 1,25 × P₀ · = definição: tempo inicial, valor não fornecido · = definição: pressão inicial, valor não fornecido
Tratar como diretamente proporcional e multiplicar o tempo por 1,25, o que aumentaria o tempo em vez de reduzir.
Precisamos expressar o novo tempo em função do tempo original para calcular a redução percentual. Como P₀ aparece dos dois lados, ele se cancela.
Por que esta fórmula: Dividindo ambos os lados por 1,25 × P₀, obtemos T₁ = T₀ / 1,25.
De onde vem cada valor: = definição: tempo inicial, valor não fornecido · = passo 1: fator de aumento da pressão
Esquecer de dividir e subtrair 25% diretamente de T₀, o que daria 0,75 × T₀ e uma redução de 25%.
O novo tempo é 0,8 vezes o original, ou seja, 80% dele. A redução é a diferença entre 100% e 80%.
Por que esta fórmula: Redução percentual = (1 - T₁/T₀) × 100%. Como T₁/T₀ = 0,8, a redução é 20%.
De onde vem cada valor: = passo 3: T₁ = 0,8 × T₀
Achar que a redução é igual ao aumento (25%), confundindo a base de cálculo.
Resposta: A redução é de 20% — alternativa A
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