Questão de Engenharia de Software — e-PING (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico) — FUNDATEC 2023
Engenharia de Software›e-PING (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico)
Código
qa541269
Banca
FUNDATEC
Órgão
COMUSA
Ano
2023
Cargo
Ana Sist ( )
A arquitetura ePING – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) na interoperabilidade de serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma política geral utilizada na construção da ePING.
AUso de software público e/ou software livre.
BExistência de suporte no mercado.
CTransparência.
DSegurança.
EAdoção obrigatória de padrões abertos.
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GabaritoE — Adoção obrigatória de padrões abertos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
e-PING: políticas gerais de interoperabilidade
Gabarito: letra E. A e-PING (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico) define políticas gerais que orientam a adoção de padrões, e entre elas estão o uso de software público/livre, a existência de suporte no mercado, a transparência e a segurança. A alternativa que NÃO corresponde a uma política geral é a letra E, pois a e-PING recomenda a adoção de padrões abertos, mas não a torna obrigatória — a obrigatoriedade contraria o princípio de flexibilidade e adequação às necessidades de cada órgão.
A e-PING é um conjunto de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam o uso de TIC na interoperabilidade dos serviços de governo eletrônico. Ela estabelece as condições de interação entre os Poderes, as esferas de governo e a sociedade. As políticas gerais são diretrizes que orientam a escolha e a implementação dos padrões, buscando garantir a interoperabilidade, a segurança e a eficiência dos serviços públicos digitais.
As políticas gerais da e-PING incluem:
Uso de software público e/ou software livre: incentiva a utilização de soluções de código aberto, promovendo a economia de recursos e a transparência.
Existência de suporte no mercado: garante que as tecnologias adotadas tenham suporte comercial ou comunitário, assegurando sua manutenção e evolução.
Transparência: assegura que as informações e os processos sejam abertos e acessíveis aos cidadãos.
Segurança: garante a proteção dos dados e das informações trafegadas nos serviços de governo eletrônico.
A adoção de padrões abertos é uma recomendação da e-PING, não uma obrigação. A e-PING reconhece que, em alguns casos, pode ser necessário adotar padrões proprietários, desde que justificados e alinhados com as necessidades do serviço. A obrigatoriedade de padrões abertos seria uma restrição excessiva, que poderia inviabilizar a interoperabilidade com sistemas legados ou com soluções específicas de mercado.
A pegadinha da questão está em confundir recomendação com obrigatoriedade. A banca explora essa distinção sutil: enquanto as demais alternativas são políticas gerais efetivamente adotadas pela e-PING, a letra E apresenta uma versão distorcida da política de padrões abertos, tornando-a obrigatória quando na verdade é apenas recomendada.
Guarde essa distinção: a e-PING recomenda padrões abertos, mas não os impõe. É exatamente essa nuance que separa a alternativa correta das demais.
Política Geral da e-PING
É política?
Observação
Uso de software público e/ou software livre
✅ Sim
Incentiva código aberto, economia e transparência.
Existência de suporte no mercado
✅ Sim
Garante manutenção e evolução das tecnologias.
Transparência
✅ Sim
Assegura abertura e acesso às informações.
Segurança
✅ Sim
Protege dados e informações dos serviços.
Adoção obrigatória de padrões abertos
❌ Não
A e-PING recomenda padrões abertos, mas não os impõe.
Alternativa A — ✅ Correta
O uso de software público e/ou software livre é uma política geral da e-PING. Essa diretriz incentiva a adoção de soluções de código aberto, promovendo a economia de recursos públicos, a transparência e a independência tecnológica. A e-PING reconhece o software livre como uma alternativa viável e vantajosa para a administração pública.
Alternativa B — ✅ Correta
A existência de suporte no mercado é uma política geral da e-PING. Essa diretriz garante que as tecnologias adotadas tenham suporte comercial ou comunitário, assegurando sua manutenção, evolução e correção de falhas. A e-PING prioriza soluções que possuam um ecossistema de suporte ativo, evitando a dependência de tecnologias obsoletas ou sem assistência.
Alternativa C — ✅ Correta
A transparência é uma política geral da e-PING. Essa diretriz assegura que as informações e os processos sejam abertos e acessíveis aos cidadãos, promovendo a prestação de contas e o controle social. A transparência é um princípio fundamental do governo eletrônico, e a e-PING a incorpora como uma de suas políticas gerais.
Alternativa D — ✅ Correta
A segurança é uma política geral da e-PING. Essa diretriz garante a proteção dos dados e das informações trafegadas nos serviços de governo eletrônico, prevenindo acessos não autorizados, fraudes e vazamentos. A segurança é um requisito essencial para a confiança dos cidadãos nos serviços digitais do governo.
Alternativa E — ❌ Incorreta ⟵ GABARITO
A adoção obrigatória de padrões abertos não é uma política geral da e-PING. A e-PING recomenda a adoção de padrões abertos, mas não a torna obrigatória. A obrigatoriedade contraria o princípio de flexibilidade e adequação às necessidades de cada órgão, podendo inviabilizar a interoperabilidade com sistemas legados ou com soluções específicas de mercado. A e-PING reconhece que, em alguns casos, pode ser necessário adotar padrões proprietários, desde que justificados e alinhados com as necessidades do serviço.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca recomendação por obrigatoriedade. A e-PING recomenda padrões abertos, mas não os impõe. Essa distinção é sutil e pode passar despercebida, mas é exatamente o que torna a letra E a alternativa incorreta. Fique atento a termos como "obrigatório", "sempre" e "nunca" — eles costumam sinalizar distorções da regra.
Gabarito: letra E — a única alternativa que não corresponde a uma política geral da e-PING.