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Questão de Veterinária — Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS) — FEPESE 2023

VeterináriaPrograma Nacional de Sanidade Suídea (PNSS)
Código
qa544621
Banca
FEPESE
Órgão
EPAGRI SC
Ano
2023
Cargo
Ag Pes ( )

De acordo com o Plano Estratégico Brasil Livre de PSC, publicado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no ano de 2019, a Peste Suína Clássica (PSC) é uma doença viral contagiosa que acomete suídeos domésticos e silvestres, causada por um vírus do gênero Pestivírus, da família Flaviviridae que produz grandes perdas produtivas e econômicas, devido à sua alta infectividade e letalidade. O vírus da PSC pode sobreviver por meses em produtos processados e na carne in natura refrigerada, e por anos em carne congelada. Considerando o atual cenário desta doença no Brasil, os serviços veterinários estaduais (SVE) de zonas não livres (ZnL) de PSC devem intensificar a vigilância zoossanitária e registrar as ações executadas, buscando um atendimento rápido às notificações de suspeitas de enfermidades, bem como na fiscalização de trânsito dos animais e a inspeção e monitoramento dos pontos de risco.

 

Qual medida não faz parte do plano estratégico de erradicação da PSC em ZnL?

  1. AAs feiras e aglomerações, que representam um ponto de risco, também devem ser identificadas e fiscalizadas pelo SVE.
  2. BAs ações de vigilância devem ser planejadas com cronogramas e metas para atualizar o cadastro e georreferenciar as criações de suínos, sejam tecnificadas ou de subsistência, fortalecendo a caracterização do cenário produtivo.
  3. CA vacinação não é uma ferramenta essencial no programa de controle para alguns estados que compõem a Zona não Livre. Apenas as medidas de eliminação dos focos e melhorias nas condições de biossegurança das granjas comerciais de suínos são suficientes.
  4. DPara os abatedouros oficiais, devem ser previstas ações de fiscalização e vigilância periódicas e regulares, mediante a interação entre os serviços de inspeção e saúde animal.
  5. EA comunicação imediata de lesões hemorrágicas em suínos identificadas em nível de inspeção ante ou post mortem, bem como não conformidades documentais, devem ser realizadas pelos serviços de inspeção de todas as instâncias do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), desencadeando, dessa maneira, as ações do sistema de vigilância e de atendimento às suspeitas de síndrome hemorrágica em suínos.
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GabaritoC — A vacinação não é uma ferramenta essencial no programa de controle para alguns estados que compõem a Zona não Livre. Apenas as medidas de eliminação dos focos e melhorias nas condições de biossegurança das granjas comerciais de suínos são suficientes.

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