De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), qual das vacinas abaixo NÃO pertence ao calendário vacinal de rotina para o idoso, mas apenas para situações de risco?
ATríplice viral.
BInfluenza.
CPneumocócicas conjugadas.
DDupla Adulto.
ECOVID 19.
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GabaritoA — Tríplice viral.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Vacinação do idoso: calendário de rotina × situações de risco
Gabarito: letra A (Tríplice viral). A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola — SCR) NÃO faz parte do calendário de rotina do idoso segundo a SBIm; ela é indicada apenas para situações de risco, como surtos ou viagens. As demais alternativas (Influenza, Pneumocócicas conjugadas, Dupla Adulto e COVID-19) são vacinas de rotina para essa faixa etária, conforme o Calendário de Vacinação SBIm Idoso 2024/2025.
A vacinação do idoso é um pilar da prevenção em geriatria, e a banca cobra exatamente a distinção entre o que é rotina (indicado para todos os idosos) e o que é situação de risco (indicado apenas para grupos específicos, como imunodeprimidos, asilados ou em surtos). Essa fronteira é o coração da questão.
O calendário de rotina do idoso pela SBIm inclui: Influenza (dose anual, preferencialmente quadrivalente de alta concentração), Pneumocócicas conjugadas (VPC20, VPC15 ou VPC13, com ou sem esquema sequencial com VPP23), Herpes zóster (vacina inativada, duas doses), dTpa/dT (dupla adulto, reforço a cada 10 anos) e COVID-19. Todas essas são recomendadas de forma universal para a população idosa.
A tríplice viral (SCR), por sua vez, não consta como rotina no calendário do idoso. Ela é indicada apenas em situações específicas: adultos nascidos após 1960 que não tenham comprovação vacinal, em situações de surto, ou para viajantes. No idoso, a recomendação é ainda mais restrita — a SBIm não a inclui como rotina, reservando-a para contextos de risco epidemiológico. É exatamente essa a pegadinha: o candidato pode lembrar que a SCR é uma vacina comum na infância e no adulto jovem, mas não perceber que, no idoso, ela sai da rotina e entra no grupo de "situações de risco".
Para fixar: a lógica do calendário do idoso prioriza vacinas que previnem doenças com alta morbimortalidade nessa faixa etária — gripe, pneumonia pneumocócica, herpes zóster, tétano/difteria/coqueluche e COVID-19. A SCR protege contra doenças que, embora graves, têm menor incidência e impacto no idoso, por isso fica restrita a situações de risco. Guarde essa distinção: é ela que separa as alternativas.
Vacinação do idoso (SBIm)
1Rotina (universal)
Influenza (anual)
Pneumocócicas conjugadas
Herpes zóster
dTpa/dT (reforço 10 anos)
COVID-19
2Situações de risco (condicional)
Tríplice viral (SCR)
Surtos
Viagens
Exposição a casos
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A tríplice viral (SCR) NÃO pertence ao calendário de rotina do idoso pela SBIm. Ela é indicada apenas em situações de risco, como surtos de sarampo, exposição a casos ou viagens para áreas endêmicas. No calendário SBIm Idoso 2024/2025, a SCR não aparece como vacina de rotina — diferente do que ocorre na infância e no adulto jovem, onde ela é universal. A banca explora exatamente essa diferença: o candidato que associa SCR a "vacina comum" pode marcá-la como rotina, mas no idoso ela é exceção.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A vacina Influenza é rotina no calendário do idoso. A SBIm recomenda dose única anual, preferencialmente com a vacina quadrivalente de alta concentração (HD4V). É uma das vacinas mais importantes para o idoso, dada a alta morbimortalidade da gripe nessa faixa etária. Portanto, não se enquadra em "apenas situações de risco".
Alternativa C — ❌ Incorreta
As Pneumocócicas conjugadas (VPC20, VPC15 ou VPC13) são rotina no calendário do idoso. A SBIm recomenda VPC20 em dose única ou esquema sequencial com VPP23. Embora a VPP23 seja disponibilizada nos CRIEs para grupos de risco, as vacinas conjugadas são indicadas como rotina para todos os idosos. A alternativa erra ao classificá-las como apenas para situações de risco.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A Dupla Adulto (dT) é rotina no calendário do idoso. A SBIm recomenda atualizar a dTpa (que substitui a dT) e, com esquema básico completo, reforço a cada 10 anos. A dT protege contra difteria e tétano, doenças que continuam sendo risco na terceira idade. Portanto, é vacina de rotina, não apenas para situações de risco.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A vacina COVID-19 é rotina no calendário do idoso. A SBIm recomenda doses de reforço periódicas para essa faixa etária, dado o risco elevado de complicações. Embora tenha entrado no calendário mais recentemente, é considerada vacina de rotina para idosos, não apenas para situações de risco.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre o que é "vacina comum" (aplicada na infância e no adulto) e o que é "rotina do idoso". A tríplice viral é uma vacina amplamente conhecida e aplicada em outras faixas etárias, mas no idoso ela sai da rotina e entra no grupo de situações de risco. O candidato que não conhece o calendário específico do idoso tende a marcar a SCR como rotina, caindo na armadilha. Lembre-se: no idoso, a rotina é Influenza, Pneumocócicas, Herpes zóster, dTpa/dT e COVID-19 — a SCR fica de fora.
PEGA ESSA DICA!
Para questões de vacinação do idoso, decore o "núcleo duro" do calendário de rotina: Influenza, Pneumocócicas, Herpes zóster, dTpa/dT e COVID-19. Qualquer outra vacina (como SCR, febre amarela, hepatite B) tende a ser indicada apenas em situações de risco ou grupos específicos. Monte uma tabela mental: rotina = universal; risco = condicional. Isso resolve a maioria das questões da banca sobre o tema.