Questão de Farmácia — Química Analítica e Espectroscopia — FIOCRUZ 2024
FarmáciaQuímica Analítica e Espectroscopia
- Código
- qg145593
- Banca
- FIOCRUZ
- Órgão
- FIOCRUZ
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Tecnologista em Saúde Pública - Desenvolvimento de métodos analíticos para farmacocinética
A figura abaixo apresenta cromatogramas de íons extraídos provenientes do uso de padrões internos (IS, do inglês internal standard) adicionados à amostra biológica objeto de análise antes do preparo da amostra, a fim de efetuar a análise quantitativa do analito alvo (A) por cromatografia a líquido acoplada à espectrometria de massas sequencial. Pode-se dizer que nos casos (a), (b) e (c), o padrão interno usado, respectivamente, é uma substância:
Cromatogramas de íons extraídos apresentando um padrão interno (IS) e um analito alvo (A). Fonte: Lavagnini et al. Quantitative Applications of Mass Spectrometry. John Wiley & Sons Ltd, Chichester, England, 2006.
Cromatogramas de íons extraídos apresentando um padrão interno (IS) e um analito alvo (A). Fonte: Lavagnini et al. Quantitative Applications of Mass Spectrometry. John Wiley & Sons Ltd, Chichester, England, 2006.- A(a) com tempo de retenção diferente do analito alvo, gerando no modo MRM um íon de mesmo valor de relação massa/carga (m/z); (b) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O), gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção; (c) da mesma classe química do analito alvo, gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e diferente tempo de retenção.
- B(a) com tempo de retenção diferente do analito alvo, gerando no modo MRM um íon de mesmo valor de relação massa/carga (m/z); (b) da mesma classe química do analito alvo, gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e diferente tempo de retenção; (c) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O), gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção.
- C(a) da mesma classe química do analito alvo, gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção; (b) com tempo de retenção diferente do analito alvo, gerando no modo MRM um íon de mesmo valor de relação massa/carga (m/z); (c) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O) gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção.
- D(a) da mesma classe química do analito alvo, gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção; (b) com tempo de retenção diferente do analito alvo, gerando no modo MRM um íon de mesmo valor de relação massa/carga (m/z); (c) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O) gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e diferente tempo de retenção.
- E(a) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O) gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e diferente tempo de retenção; (b) derivado do analito alvo marcado com um isótopo estável (geralmente contendo ²H, ¹³C, ¹⁵N ou ¹⁸O) gerando uma espécie iônica de diferente valor de relação massa/carga (m/z) e mesmo tempo de retenção; (c) com tempo de retenção diferente do analito alvo, gerando no modo MRM um íon de mesmo valor de relação massa/carga (m/z).