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Questão de Fonoaudiologia — Audiologia — FUNDEP (Gestão de Concursos) 2024

FonoaudiologiaAudiologia
Código
qg187777
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
Prefeitura de Manhuaçu - MG
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Fonoaudiólogo
Na avaliação audiológica de crianças de zero a um ano de idade, é essencial utilizar um protocolo que integre métodos comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos, com o objetivo de verificar a funcionalidade adequada das estruturas do sistema auditivo, incluindo a cóclea, o nervo auditivo e o tronco encefálico.Com relação à avaliação audiológica realizada pelo fonoaudiólogo em crianças no primeiro ano de vida, assinale a alternativa incorreta.
  1. AA avaliação do comportamento auditivo é pouco confiável para determinar limiares auditivos, principalmente em neonatos. Assim, a determinação do nível mínimo de resposta só é possível a partir de 5-6 meses, utilizando a técnica de condicionamento operante por meio da audiometria de reforço visual.
  2. BA presença de reflexo cocleo-palpebral frente a um som instrumental de forte intensidade, como agogô ou tambor, demonstra que a criança teve a sensação do som, e que é pouco provável a presença de deficiência auditiva sensorial de grau profundo bilateral.
  3. CA presença das emissões otoacústicas evocadas transientes demonstra funcionalidade das células ciliadas externas, o que aumenta a probabilidade de haver uma perda auditiva periférica. Contudo, não descarta a presença de alterações auditivas retrococleares periféricas ou centrais.
  4. DNa avaliação audiológica infantil, a pesquisa do limiar eletrofisiológico por meio do potencial evocado auditivo do tronco encefálico (PEATE) auxilia na predição dos limiares psicoacústicos. Contudo, deve ser sempre considerado o processo maturacional das estruturas do sistema auditivo, que se reflete na amplitude e latência dos componentes do PEATE.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — A presença das emissões otoacústicas evocadas transientes demonstra funcionalidade das células ciliadas externas, o que aumenta a probabilidade de haver uma perda auditiva periférica. Contudo, não descarta a presença de alterações auditivas retrococleares periféricas ou centrais.

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