Identificação do tipo textual no fragmento de entrevista
Gabarito: letra A. O texto é marcado pela oralidade, pois mantém traços típicos da fala, como o uso de primeira pessoa ("Acredito que", "Sendo assim", "Um exemplo"), a presença de marcadores discursivos e a construção espontânea, próxima da conversa. Isso é evidente desde a abertura: "Acredito que a produção de arte está diretamente ligada a quem você é...". A entrevista transcrita preserva essas características, tornando-a claramente oral.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A oralidade é comprovada pelo tom pessoal, pelos conectivos naturais da fala ("Neste sentido", "Sendo assim") e pela referência direta à experiência autobiográfica. O texto não é formal ou rebuscado, simula uma conversa.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Erro: troca_conceito. O texto não é poético; embora tenha reflexões subjetivas, não utiliza recursos como metáforas frequentes, rimas ou ritmo poético. A linguagem é direta e coloquial, não literária em sentido artístico.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Erro: contradiz_texto. O fragmento é uma entrevista real, com referências autobiográficas ("minha mãe foi bordadeira"). Não há elementos ficcionais; é um relato pessoal verdadeiro.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Erro: fora_do_escopo. O texto não é instrucional — não ensina a fazer ou a utilizar algo. Também não possui "características literárias" marcantes; é expositivo-reflexivo, com traços de oralidade.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Erro: generalizacao. Embora haja trechos narrativos (conta sobre a mãe) e descritivos (objetos como "pequenas garrafas, tecidos..."), o texto não é ficcional — é biográfico/real. A ficção invalida a alternativa.
Conclusão: A única alternativa inteiramente sustentada pelo texto é a A, que reconhece a oralidade como traço predominante.