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Questão de Direito Administrativo — Administração Indireta — IGEDUC 2024

Direito AdministrativoAdministração Indireta
Código
qg244614
Banca
IGEDUC
Órgão
Câmara de São José do Egito - PE
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista de Controle Interno
Julgue o item subsequente.Apesar da maior autonomia das entidades da Administração Pública Indireta, elas estão sujeitas ao controle exercido pelos órgãos de fiscalização e controle, como os Tribunais de Contas, o Ministério Público e os órgãos internos de controle. Isso garante a transparência, legalidade e eficiência na gestão dos recursos públicos, evitando desvios, irregularidades e abusos por parte dos gestores dessas entidades.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoC — Certo

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Controle da Administração Pública Indireta

CERTO. A afirmação está correta porque as entidades da Administração Pública Indireta, embora dotadas de autonomia, submetem-se ao controle exercido por órgãos externos (Tribunais de Contas, Ministério Público) e internos (controle interno), conforme previsto constitucionalmente. Esse controle visa garantir a transparência, legalidade e eficiência na gestão dos recursos públicos.

Fundamentação:

  • A Constituição Federal, em seu art. 163, V, determina que lei complementar disporá sobre a fiscalização financeira da administração pública direta e indireta. Isso já demonstra que a administração indireta está sujeita à fiscalização.

  • O art. 34, VII, "d", da CF estabelece como princípio constitucional a prestação de contas da administração pública, direta e indireta, podendo a União intervir nos Estados para assegurar esse princípio.

  • Além disso, os arts. 70 e seguintes da CF tratam da fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, a ser exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo (TCU) e sistema de controle interno.

A autonomia das entidades (autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista) não as exclui do controle finalístico (supervisão ministerial) e do controle externo pelos Tribunais de Contas e Ministério Público, bem como do controle interno de cada ente. Portanto, a afirmativa está plenamente de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro.

CERTO.

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