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Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — Quadrix 2024

PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
qg347037
Banca
Quadrix
Órgão
CAU-RN
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Assistente Administrativo

Texto para o item.


Divinos devaneios 


Imagem da questão


Gabriel Pedroso Teixeira 




Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item abaixo.O pronome “contigo” (linha 9) faz parte da oração subordinada que existe na fala nesse trecho.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoE — Errado

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise sintática do pronome "contigo" em oração subordinada

Gabarito: E (Errado). O pronome "contigo" não faz parte da oração subordinada; ele é o objeto direto do verbo "levar" dentro dessa oração. A oração subordinada é "que eu te leve contigo", e "contigo" exerce a função de adjunto adverbial de companhia, não integra a estrutura da subordinada como termo essencial.

O comando da questão

O enunciado pede um julgamento sobre a função sintática do pronome "contigo" em relação à oração subordinada. É uma questão de análise sintática — não de interpretação de sentido, mas de estrutura gramatical. Para resolver, é preciso:

  1. Identificar a oração subordinada no trecho.

  2. Verificar se "contigo" pertence a ela ou se é um termo externo.

  3. Classificar corretamente a função de "contigo" dentro da oração.

O texto e a estrutura sintática

No trecho do texto "Divinos devaneios", há uma fala em discurso direto. A oração subordinada é introduzida pela conjunção "que" e funciona como objeto direto do verbo "quero" (ou similar). Vejamos a estrutura:

"quero que eu te leve contigo"

Aqui, a oração principal é "quero" (verbo transitivo direto), e a oração subordinada é "que eu te leve contigo". Dentro dessa subordinada, temos:

  • Sujeito: "eu"

  • Verbo: "leve" (transitivo direto)

  • Objeto direto: "te" (pronome oblíquo átono)

  • Adjunto adverbial de companhia: "contigo"

Portanto, "contigo" é um termo acessório da oração subordinada, não um termo que a integra como núcleo. A afirmação de que "faz parte da oração subordinada" é verdadeira no sentido de que está dentro dela, mas a banca quer dizer que ele é um termo integrante (como objeto direto), o que é falso.

A técnica para resolver

Sempre que a questão perguntar se um termo "faz parte" de uma oração, pergunte-se: qual é a função sintática desse termo? Se for um termo essencial (sujeito, predicado, objeto), ele integra a estrutura. Se for um termo acessório (adjunto adverbial, adjunto adnominal), ele apenas acompanha, mas não é parte nuclear.

No caso, "contigo" é adjunto adverbial de companhia — um termo acessório. Ele não é objeto direto, não é sujeito, não é núcleo do predicado. Portanto, a afirmação está errada.

Análise da alternativa

Alternativa E — ❌ Errada ⟵ GABARITO

A afirmativa diz que "o pronome 'contigo' faz parte da oração subordinada que existe na fala nesse trecho". Isso é falso porque:

  • "contigo" é um pronome oblíquo tônico que funciona como adjunto adverbial de companhia.

  • Ele não é um termo integrante da oração subordinada; é um termo acessório.

  • A oração subordinada é "que eu te leve contigo", e o núcleo do predicado é o verbo "leve", com objeto direto "te".

Portanto, a alternativa está errada.

Conclusão

A questão testa a capacidade de distinguir termos essenciais de termos acessórios dentro de uma oração subordinada. O pronome "contigo" é um adjunto adverbial, não um termo que integra a estrutura da subordinada. Por isso, o item é ERRADO.

Gabarito: E (Errado)

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