Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — Quadrix 2024
Português›Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
qg350116
Banca
Quadrix
Órgão
CRESS-AM
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Agente Fiscal
Tirinha para o item.
Internet: <www.gov.br> (com adaptações).
Em relação à ti rinha acima, julgue o item.No primeiro quadrinho, é correto entender que o objeto de “chamar”, oculto no texto verbal, refere‑se ao personagem André (chamado, na história, de “Andlé”).
CCerto
EErrado
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GabaritoC — Certo
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Objeto direto oculto: o referente de “chamar” na tirinha
Gabarito: C (Certo). No primeiro quadrinho, o objeto de “chamar” — o termo que recebe a ação de ser chamado — está oculto, mas o contexto verbal e visual da tirinha permite identificá-lo com segurança: trata-se do personagem André, a quem a personagem se dirige. A pista decisiva está na própria fala, que nomeia o interlocutor: “André” (grafado como “Andlé” na tirinha).
O comando: compreensão com apoio sintático
O enunciado pede que se julgue uma afirmação sobre o texto — não é uma questão de inferência livre, mas de compreensão do que está explícito, somada a uma análise sintática simples. A banca quer saber se você consegue recuperar o referente de um termo oculto (o objeto direto de “chamar”) usando as pistas do próprio quadrinho. Isso exige duas habilidades: (1) identificar a função sintática do termo ausente e (2) localizar, no texto, quem exerce esse papel.
O texto: quem fala, com quem fala e sobre quem fala
Na tirinha, uma personagem se dirige a outra e profere uma fala que contém o verbo “chamar”. O objeto desse verbo — aquilo que é chamado — não aparece escrito, mas está pressuposto pela situação: a personagem está falando com André, e é a ele que se refere ao usar o verbo. A própria menção ao nome “André” (na grafia “Andlé”) no texto verbal é a âncora que autoriza a recuperação do referente. Não há ambiguidade: o contexto imediato do primeiro quadrinho aponta inequivocamente para André como o chamado.
A técnica: recuperação de elipse e referência
Em português, é comum omitir termos que podem ser facilmente recuperados pelo contexto — fenômeno chamado elipse. No caso, o objeto direto de “chamar” foi elidido, mas sua recuperação é imediata porque:
o verbo “chamar” é transitivo direto (quem chama, chama alguém);
a fala se dirige a André, nomeando-o;
não há outro personagem ou elemento no primeiro quadrinho que pudesse ser o objeto.
Assim, a leitura correta é: a personagem chama André. A afirmação do item está correta.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A afirmativa diz que “o objeto de ‘chamar’, oculto no texto verbal, refere-se ao personagem André”. Isso é exatamente o que o texto permite concluir: o verbo “chamar” pede um objeto (quem é chamado), e esse objeto está implícito, mas o contexto — a fala dirigida a André, com seu nome mencionado — o identifica sem margem para dúvida. A resposta está ancorada no texto, não em suposição externa.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A alternativa “Errado” seria correta apenas se o objeto de “chamar” não pudesse ser identificado como André, ou se apontasse para outra pessoa. Não é o caso: o texto verbal nomeia André e a cena o coloca como interlocutor. Marcar “Errado” seria ignorar a pista contextual que o próprio quadrinho oferece — um erro de leitura, não uma possibilidade legítima de interpretação.
NÃO CAIA NESSA!
A banca testa se você percebe que o objeto está oculto e, por isso, pode achar que a afirmação é inválida. Mas o texto dá a pista: o nome “André” está na fala. Recuperar o elidido pelo contexto é a habilidade cobrada.
PEGA ESSA DICA!
Ao encontrar um verbo transitivo sem objeto explícito, pergunte: “quem/o quê?”. A resposta estará no contexto imediato — no caso, o nome do personagem.