Questão de Fonoaudiologia — Fonoaudiologia Hospitalar — CPCON 2025
FonoaudiologiaFonoaudiologia Hospitalar
- Código
- qg437127
- Banca
- CPCON
- Órgão
- Prefeitura de Nova Palmeira - PB
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fonoaudiólogo
Em um hospital de referência em doenças infectocontagiosas no estado de Alagoas, a equipe de Terapia Intensiva recebe um paciente de 43 anos, diagnosticado com tuberculose em estado avançado. O paciente encontra-se traqueostomizado e com sinais clínicos de disfagia. A equipe multiprofissional, seguindo diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), conta com atuação ativa do fonoaudiólogo e, de acordo com Silva et al (2016), no Brasil, embora a presença da fonoaudiologia em UTIs seja relativamente recente, essa atuação tem se mostrado essencial, sobretudo em casos de desordens neurológicas, infecciosas e após intubação prolongada.FONTE: SILVA, Diêgo Lucas Ramos e; LIRA, Fabrício Osman Quixadá; OLIVEIRA, Julio Cesar Cavalcanti de; CANUTO, Marisa Siqueira Brandão. Atuação da fonoaudiologia em unidade de terapia intensiva de um hospital de doenças infecciosas de Alagoas. CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 1, p. 174-183, jan./fev. 2016. DOI: 10.1590/1982-021620161811201.Com base na atuação fonoaudiológica hospitalar, assinale a alternativa CORRETA.
- AAbiossegurança na UTI fonoaudiológica é secundária, não sendo necessário o uso de EPIs, visto que as infecções nosocomiais não representam risco para o fonoaudiólogo, já que a maioria dos pacientes está intubada.
- BAatuação do fonoaudiólogo na UTI deve considerar tanto os aspectos motores quanto cognitivos da deglutição e da comunicação, sendo indispensável sua integração à equipe para planejamento interdisciplinar da reabilitação.
- CA comunicação do paciente internado em UTI deve ser priorizada apenas por meio de sistemas eletrônicos de comunicação, descartando-se outras formas de interação devido à complexidade das condições clínicas.
- DA avaliação fonoaudiológica na UTI deve focar exclusivamente nos aspectos motores da deglutição, sendo os aspectos cognitivos e comunicativos irrelevantes, pois pacientes críticos não têm condições de interagir.
- EA presença de disfagia em pacientes com meningite ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) deve ser abordada com técnicas exclusivas de estimulação motora, sem considerar a reabilitação cognitiva, pois os distúrbios neurológicos não afetam a comunicação nesses casos.