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Questão de Fonoaudiologia — Disfagia e Mastigação — CPCON 2025

FonoaudiologiaDisfagia e Mastigação
Código
qg439171
Banca
CPCON
Órgão
Prefeitura de São Francisco - PB
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Fonoaudiólogo
O caso da jovem que apresentou edema cerebral e sequelas irreversíveis após reação alérgica grave, evidencia a complexidade do processo de reabilitação fonoaudiológica em condições neurológicas severas. Nesse contexto, a atuação do fonoaudiólogo deve articular princípios de segurança alimentar, promoção da função orofaringolaríngea, integração de recursos terapêuticos complementares e respeito às diretrizes dos cuidados paliativos. Considerando os fundamentos da fonoaudiologia em disfagia neurogênica e cuidados paliativos, assinale a alternativa CORRETA.
  1. AA incorporação de recursos terapêuticos complementares, como laser infravermelho e reflexologia podal, deve substituir intervenções tradicionais, uma vez que promovem resultados mais rápidos na reabilitação funcional.
  2. BA exploração da neuroplasticidade cerebral deve ser considerada como recurso terapêutico suficiente para a recuperação plena das funções fonoaudiológicas, ainda que o paciente apresente lesões estruturais graves e irreversíveis.
  3. CAs estratégias de estimulação sensorial e exercícios oromiofuncionais, quando aplicadas isoladamente e de forma padronizada, são capazes de garantir a normalização da deglutição em pacientes com disfagia neurogênica.
  4. DA intervenção fonoaudiológica, em cenários de cuidados paliativos, deve priorizar exclusivamente a manutenção do prazer alimentar, independentemente do risco de aspiração ou das condições clínicas do paciente.
  5. EA adequação da consistência da dieta e a implementação de manobras compensatórias constituem intervenções primordiais para mitigar o risco de aspiração, favorecendo a segurança alimentar em pacientes com disfagia de origem neurológica.
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GabaritoE — A adequação da consistência da dieta e a implementação de manobras compensatórias constituem intervenções primordiais para mitigar o risco de aspiração, favorecendo a segurança alimentar em pacientes com disfagia de origem neurológica.

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