Questão de Pedagogia — Avaliação Educacional — FEPESE 2025
PedagogiaAvaliação Educacional
- Código
- qg460932
- Banca
- FEPESE
- Órgão
- Prefeitura de São José - SC
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Auxiliar de Ensino - Intérprete Educacional
No contexto da interpretação educacional para alunos surdos, vários aspectos são fundamentais para a eficácia da mediação realizada pelo intérprete, considerando não apenas a transposição linguística, mas também fatores pedagógicos e contextuais.Assinale a alternativa que expressa corretamente a prática adequada para a avaliação contínua da atuação do intérprete em sala de aula.
- APara garantir a qualidade da interpretação, o intérprete deve dar prioridade para os estudos prévios, as pesquisas terminológicas, a preparação antecipada do material e o conteúdo técnico a ser interpretado, deixando a avaliação da compreensão do aluno para momentos avaliativos específicos com o professor, que devem acontecer ao final do semestre, conforme orientações pedagógicas.
- BA criação de sinais provisórios para termos técnicos desconhecidos deve ser padronizada e ser realizada em consulta a pesquisadores linguistas surdos, sem a necessidade de envolver o aluno surdo, para que a dinâmica da aula não seja prejudicada, sendo que a avaliação da eficácia desses sinais deve ser feita pelo professor da disciplina.
- CO intérprete deve adaptar seu trabalho conforme as demandas do conteúdo escolar, priorizando a fidelidade linguística ao que é enunciado pelo professor titular. Dificuldades de acompanhamento do aluno surdo por ausência de fluência na Libras, bem como outras estratégias educacionais, devem ser trabalhadas no AEE.
- DA reflexão pós-interpretação pode ser dispensada nos casos em que o profissional possuir formação adequada, experiência na área educacional, domínio do vocabulário técnico e controle do ritmo da aula, uma vez que o domínio linguístico eliminaria a necessidade de autoavaliação e ajustes posteriores.
- EA avaliação contínua da interpretação deve envolver um processo dinâmico, que compreende o diálogo direto com o aluno surdo para identificar sua compreensão, o feedback colaborativo do professor sobre a participação do aluno e a autoavaliação do intérprete por meio de registros reflexivos e sistemáticos das aulas, permitindo ajustes personalizados na prática interpretativa.