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Questão de Patologia — Bases Etiológicas de condição clínica — FUVEST 2025

PatologiaBases Etiológicas de condição clínica
Código
qg503004
Banca
FUVEST
Órgão
USP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Médico Veterinário (Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais) - Edital nº 43
Os shunts portossistêmicos congênitos geralmente se apresentam como uma única anomalia vascular, localizada em posição intra-hepática ou extra-hepática, estabelecendo uma comunicação direta entre a circulação venosa portal e a circulação sistêmica, o que resulta no desvio do fluxo sanguíneo hepático. Com relação a essa afecção que acomete cães e gatos, assinale a alternativa correta.
  1. AEm cães e gatos, aproximadamente 25% a 33% dos shunts portossistêmicos congênitos são classificados como intra-hepáticos. Por outro lado, os shunts congênitos únicos extra-hepáticos correspondem a 66% a 75% dos casos, sendo o shunt portocaval solitário de maior calibre o tipo mais frequentemente identificado.
  2. BEnquanto a maioria dos shunts extra-hepáticos é observada em cães de raças grandes, os shunts intrahepáticos são mais frequentemente encontrados em cães de raças pequenas ou toy, como Yorkshire Terrier, Maltês, Pug e Schnauzer miniatura.
  3. CCães com shunt extra-hepático geralmente apresentam um maior desvio do volume de sangue portal através do shunt, o que os leva a desenvolver sinais clínicos mais graves e em idade mais precoce do que os animais com shunt intra-hepático.
  4. DAnimais com shunts portossistêmicos frequentemente apresentam alterações nos sistemas nervoso central, gastrointestinal e urinário. Muitos manifestam sinais de doença do trato urinário inferior, como hematúria, estrangúria, polaquiúria ou obstrução urinária. Além disso, são predispostos à formação de cálculos de xantina e cistina.
  5. EEm gatos, os shunts intra-hepáticos são os mais comumente identificados, embora os shunts extrahepáticos também sejam ocasionalmente relatados. Essas anomalias parecem ser mais frequentes em raças como Shorthair, Persa, Siamês, Himalaio e Burmese.
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GabaritoA — Em cães e gatos, aproximadamente 25% a 33% dos shunts portossistêmicos congênitos são classificados como intra-hepáticos. Por outro lado, os shunts congênitos únicos extra-hepáticos correspondem a 66% a 75% dos casos, sendo o shunt portocaval solitário de maior calibre o tipo mais frequentemente identificado.

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