Questão de Raciocínio Lógico — Probabilidade — IBFC 2025
- Código
- qg516290
- Banca
- IBFC
- Órgão
- TJ-PE
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Técnico Judiciário - Judiciária
- A82%
- B66%
- C18%
- D34%
GabaritoC — 18%
Gabarito: letra C — a conta chega a 18% — alternativa C.
Probabilidade é a chance de um evento acontecer, medida de 0 a 1 (ou de 0% a 100%). Quando um evento pode ocorrer de várias maneiras que não se sobrepõem, a probabilidade total é a soma das probabilidades de cada maneira. Aqui, a pessoa escolhida ou trabalha ou estuda — são grupos que não se misturam —, então a chance de usar carro é a soma das chances de cada grupo.
A regra da probabilidade total diz: se os eventos B1 e B2 são mutuamente exclusivos e cobrem todas as possibilidades, então P(A) = P(A|B1)·P(B1) + P(A|B2)·P(B2). Em termos práticos, para achar a probabilidade de um atributo, multiplicamos a proporção de cada grupo pela proporção do atributo dentro do grupo e somamos. Isso funciona porque cada pessoa pertence a um único grupo.
Esta questão pede exatamente isso: calcular a probabilidade de usar automóvel próprio, considerando que a pessoa pode ser trabalhadora ou estudante. Precisamos separar os dois casos, calcular cada parcela e somar.
total de pessoas = 250
40% trabalham
30% dos trabalhadores usam automóvel próprio
90% dos estudantes usam transporte público
O que queremos: a probabilidade de uma pessoa escolhida ao acaso se deslocar usando automóvel próprio
Para saber a probabilidade, precisamos primeiro saber quantas pessoas estão em cada grupo, porque a chance de usar carro depende do grupo. O total é 250, e as porcentagens são dadas.
Por que esta fórmula: Para achar a quantidade de um grupo, multiplicamos o total pela porcentagem (em decimal).
De onde vem cada valor: = enunciado: total de pessoas · = enunciado: 40% trabalham
= 100 pessoas trabalham
Esquecer de converter 40% em 0,40 e usar 40, o que daria 10000.
O restante das pessoas estuda, então precisamos desse número para o segundo grupo.
Por que esta fórmula: Como só há duas opções, quem não trabalha estuda. Subtraímos do total.
De onde vem cada valor: = enunciado: total de pessoas · = passo 1: trabalhadores
= 150 pessoas estudam
Calcular 60% de 250 diretamente, mas esquecer de que 60% é 0,60.
Dentro do grupo de trabalhadores, só uma parte usa carro. Precisamos dessa quantidade para somar depois.
Por que esta fórmula: Multiplicamos o número de trabalhadores pela porcentagem que usa carro.
De onde vem cada valor: = passo 1: trabalhadores · = enunciado: 30% dos trabalhadores usam automóvel próprio
Usar 30% de 250 em vez de 30% de 100.
O enunciado dá a porcentagem de estudantes que usam transporte público, então precisamos achar o complemento para saber quantos usam carro.
Por que esta fórmula: Se 90% usam transporte público, o restante (100% - 90% = 10%) usa carro. Multiplicamos o número de estudantes por 0,10.
De onde vem cada valor: = passo 2: estudantes · = enunciado: 90% usam transporte público, então 10% usam carro
Usar 90% diretamente, esquecendo de calcular o complemento.
Como os grupos são mutuamente exclusivos, o total de pessoas que usam carro é a soma dos dois.
Por que esta fórmula: A união de eventos disjuntos tem probabilidade igual à soma das probabilidades.
De onde vem cada valor: = passo 3: trabalhadores com carro · = passo 4: estudantes com carro
Somar as porcentagens diretamente (30% + 10% = 40%) sem considerar as bases diferentes.
A probabilidade é a razão entre o número de casos favoráveis e o total de casos possíveis. Aqui, os casos favoráveis são as 45 pessoas que usam carro, e o total é 250.
Por que esta fórmula: Probabilidade = (casos favoráveis) / (total de casos). Multiplicamos por 100 para obter porcentagem.
De onde vem cada valor: = passo 5: total com carro · = enunciado: total de pessoas
Esquecer de multiplicar por 100 e responder 0,18, ou confundir com a probabilidade de transporte público (82%).
Resposta: 18% — alternativa C
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