Pular para o conteúdo principal

Questão de Direito Administrativo — Regime jurídico administrativo — Instituto Consulplan 2025

Direito AdministrativoRegime jurídico administrativo
Código
qg554934
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Itumbiara - GO
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Procurador do Legislativo
Leandro, advogado de uma empresa pública, depara-se com um caso em que determinado empregado público celetista, admitido mediante concurso público e, posteriormente, designado para exercer função de confiança, foi dispensado sem justa causa. O empregado ajuíza reclamação trabalhista, alegando que a dispensa de empregado público celetista, ainda que ocupante de função de confiança, exige motivação, em respeito aos princípios da Administração Pública. A empresa pública, por sua vez, sustenta que a dispensa é discricionária, por se tratar de empregado submetido ao regime celetista e regido pela CLT. Considerando a jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a dispensa de empregados públicos celetistas concursados, assinale a afirmativa correta.
  1. AA motivação é exigida apenas na dispensa de empregado público efetivo que não exerça função de confiança, pois o exercício dessa função afasta a proteção quanto à necessidade de motivação.
  2. BA exigência de motivação para dispensa de empregado público celetista aplica-se apenas às empresas públicas prestadoras de serviço público, não abrangendo as que exploram atividade econômica em regime concorrencial.
  3. CA dispensa de empregado público celetista ocupante de função de confiança não exige motivação, pois a designação para essa função confere à Administração Pública a mesma discricionariedade existente nos cargos em comissão.
  4. DA dispensa de empregado público celetista, ainda que designado para função de confiança, exige motivação formal, em respeito aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade, conforme entendimento consolidado do STF.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — A dispensa de empregado público celetista, ainda que designado para função de confiança, exige motivação formal, em respeito aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade, conforme entendimento consolidado do STF.

Link permanente: /questoes/qg554934