Questão de Enfermagem — Assistência de Enfermagem a Queimados — SELECON 2025
EnfermagemAssistência de Enfermagem a Queimados
- Código
- qg612266
- Banca
- SELECON
- Órgão
- Prefeitura de Sinop - MT
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Enfermeiro
Um paciente de 45 anos é admitido na unidade de emergência com queimaduras de segundo grau em aproximadamente 30% da superfície corporal, após um acidente com líquidos escaldantes. O paciente apresenta sinais de dor intensa, taquicardia, hipotensão e distensão abdominal. O enfermeiro, ao avaliar a extensão das queimaduras e os sinais clínicos, deve adotar a conduta apropriada para estabilizar o paciente. Com base na classificação da queimadura, na abordagem terapêutica e nos cuidados necessários para manejo da dor e da reposição volêmica, a melhor conduta de enfermagem nesse cenário é:
- Aa queimadura de segundo grau afeta a epiderme e a derme superficial e, devido à extensão de 30% da superfície corporal, o enfermeiro deve iniciar imediatamente a reposição volêmica com solução de Ringer lactato, monitorando os sinais vitais, controlando a dor com opióides e realizando curativos estéreis, além de manter vigilância sobre possíveis complicações, como infecções e choque
- Ba queimadura de segundo grau deve ser tratada com analgésicos não opióides, como o paracetamol, e a reposição volêmica não é necessária, uma vez que a extensão não ultrapassa 20% da superfície corporal. O enfermeiro pode realizar a reidratação oral e aguardar avaliação médica para iniciar o tratamento adequado
- Co enfermeiro deve classificar a queimadura como de primeiro grau e administrar apenas analgésicos não opióides, sem necessidade de monitoramento contínuo. A reposição volêmica não deve ser iniciada, já que a queimadura de segundo grau não envolve risco de complicações significativas. O paciente pode ser liberado para atendimento ambulatorial após a avaliação inicial
- Da queimadura de segundo grau deve ser considerada superficial, e a reposição volêmica deve ser adiada até que o paciente apresente sinais evidentes de desidratação. O enfermeiro deve focar apenas no controle da dor e na realização de curativos tópicos com pomadas antibióticas, sem necessidade de monitoramento rigoroso dos sinais vitais ou balanceamento hídrico