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Questão de Turismo — Legislação Específica de Turismo — COPEVE-UFAL 2026

TurismoLegislação Específica de Turismo
Código
qg663967
Banca
COPEVE-UFAL
Órgão
IFAL
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Professor EBTT - Hotelaria
No contexto da gestão hoteleira contemporânea, a interseção entre o Desenho Universal, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e o conceito de Hospitalidade Genuína desafia o modelo tradicional de prestação de serviços. Ao imaginar a jornada do hóspede com deficiência ou com mobilidade reduzida, o gestor deve garantir que a acessibilidade não seja apenas uma adequação técnica, mas um elemento inseparável da experiência de acolhimento. Com base nas diretrizes de acessibilidade e nos princípios de hospitalidade em serviços, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta mais abrangente para a gestão de um hotel de luxo.
  1. AO conceito de hospitalidade é antropológico e focado na relação interpessoal; portanto, a presença de uma equipe empática e disposta a auxiliar fisicamente o hóspede supre a necessidade de investimentos em automação ou adaptações estruturais complexas, conforme as normas da ABNT NBR 9050.
  2. BA acessibilidade em hotéis de alto padrão deve ser tratada como um serviço premium opcional, no qual as adaptações nos apartamentos (como barras de apoio e alarmes visuais) são instaladas apenas sob demanda prévia no ato da reserva, visando preservar o design original das suítes para os demais hóspedes.
  3. CNo âmbito da hospitalidade virtual, a acessibilidade digital dos canais de reserva e sites hoteleiros é recomendada apenas como uma estratégia de marketing de nicho, visto que a Lei Brasileira de Inclusão foca, primordialmente, na infraestrutura física e no percentual de dormitórios adaptados (mínimo de 10%).
  4. DPara cumprir a legislação vigente e garantir a hospitalidade, o hotel deve concentrar todos os hóspedes com deficiência em uma ala exclusiva e adaptada próxima à recepção, facilitando o atendimento prioritário e a evacuação de emergência, o que caracteriza uma gestão eficiente de riscos e de personalização do serviço.
  5. EA implementação da acessibilidade deve ultrapassar a eliminação de barreiras arquitetônicas, integrando o Desenho Universal de forma invisível à estética do empreendimento e capacitando a equipe para a “hospitalidade inclusiva”, na qual a autonomia do hóspede é priorizada por meio de tecnologias assistivas e de comunicações em formatos acessíveis (Braille, Libras e audiodescrição), garantindo-se que a oferta de serviços seja equânime e não segregada
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GabaritoE — A implementação da acessibilidade deve ultrapassar a eliminação de barreiras arquitetônicas, integrando o Desenho Universal de forma invisível à estética do empreendimento e capacitando a equipe para a “hospitalidade inclusiva”, na qual a autonomia do hóspede é priorizada por meio de tecnologias assistivas e de comunicações em formatos acessíveis (Braille, Libras e audiodescrição), garantindo-se que a oferta de serviços seja equânime e não segregada

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