Questão de Técnicas em Topografia — Geral — COPEVE-UFAL 2026
Técnicas em TopografiaGeral
- Código
- qg664514
- Banca
- COPEVE-UFAL
- Órgão
- IFAL
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor EBTT - Topografia
Foi realizado um transporte de altitude de um ponto estação H com altitude HE = 282,5 m para um ponto visado à 460 m de distância, situado no topo de uma colina, utilizando-se uma estação total. Admite-se que os gradientes verticais de pressão e de temperatura atmosféricas são constantes, ao longo do trajeto; assume-se que o coeficiente de refração vertical k seja estável em tal condição e seja dado por k = R/r , sendo R o raio médio do elipsoide no local r e o raio de curvatura da trajetória óptica entre o ponto estação H e o ponto visado V Assume-se, ainda, que k é positivo tendo a concavidade da trajetória óptica voltada para o nadir. Considerando-se que a equação do nivelamento trigonométrico é
em que: Hv é a altitude do ponto visado, HE é a altitude do ponto estação, SEV é a distância entre o ponto estação H e o ponto visado V ao longo do eixo óptico, ZEV é o ângulo zenital, aE é a altura da estação sobre o ponto estação e aF é a altura do prisma sobre o ponto visado. Observa-se que, para se determinar a altitude do ponto visado HV , o coeficiente de refração vertical K é positivo, R e r são constantes na região do nivelamento (entre H e V), aE e ap. Dadas as afirmativas sobre as considerações ao nivelamento trigonométrico com base na equação do nivelamento trigonométrico,I. Pode-se afirmar que a trajetória, a partir do cruzamento do eixo principal com o eixo secundário sobre o ponto estação ao eixo do prisma sobre o ponto visado, não coincide, ao longo do percurso, com a reta imaginária que une esses dois pontos, exceto nos extremos. Sob refração vertical positiva, essa trajetória apresenta concavidade voltada para o nadir, permanecendo acima da reta imaginária no trecho intermediário entre o ponto definido pelo eixo principal com o eixo secundário e o eixo do prisma com sua vertical.II. Podemos afirmar que o ângulo zenital é o ângulo formado entre o eixo principal do instrumento, com vértice no ponto principal do instrumento, contado, a partir do zênite, no sentido horário, até o eixo da trajetória óptica e não até uma linha reta imaginária que passa pelo ponto principal e pelo centro do prisma.III. Podemos afirmar que, se afastar o ponto visado ainda mais do ponto estação, mantendo-se o ponto estação fixo, de tal modo que a distância entre eles aumente, e, mantendo-se a reta imaginária que passa pelo ponto principal e pelo eixo do prisma com a exata inclinação (aclive/declive) de quando o ponto visado estava na posição anterior, o ângulo zenital diminui de valor.IV. Podemos afirmar que, se a distância entre o ponto estação e o ponto visado tende a zero, a trajetória óptica entre o ponto estação e o ponto visado tende a coincidir com a linha imaginária que passa pelo ponto principal do instrumento e pelo eixo do prisma.verifica-se que está/ão correta/s
em que: Hv é a altitude do ponto visado, HE é a altitude do ponto estação, SEV é a distância entre o ponto estação H e o ponto visado V ao longo do eixo óptico, ZEV é o ângulo zenital, aE é a altura da estação sobre o ponto estação e aF é a altura do prisma sobre o ponto visado. Observa-se que, para se determinar a altitude do ponto visado HV , o coeficiente de refração vertical K é positivo, R e r são constantes na região do nivelamento (entre H e V), aE e ap. Dadas as afirmativas sobre as considerações ao nivelamento trigonométrico com base na equação do nivelamento trigonométrico,I. Pode-se afirmar que a trajetória, a partir do cruzamento do eixo principal com o eixo secundário sobre o ponto estação ao eixo do prisma sobre o ponto visado, não coincide, ao longo do percurso, com a reta imaginária que une esses dois pontos, exceto nos extremos. Sob refração vertical positiva, essa trajetória apresenta concavidade voltada para o nadir, permanecendo acima da reta imaginária no trecho intermediário entre o ponto definido pelo eixo principal com o eixo secundário e o eixo do prisma com sua vertical.II. Podemos afirmar que o ângulo zenital é o ângulo formado entre o eixo principal do instrumento, com vértice no ponto principal do instrumento, contado, a partir do zênite, no sentido horário, até o eixo da trajetória óptica e não até uma linha reta imaginária que passa pelo ponto principal e pelo centro do prisma.III. Podemos afirmar que, se afastar o ponto visado ainda mais do ponto estação, mantendo-se o ponto estação fixo, de tal modo que a distância entre eles aumente, e, mantendo-se a reta imaginária que passa pelo ponto principal e pelo eixo do prisma com a exata inclinação (aclive/declive) de quando o ponto visado estava na posição anterior, o ângulo zenital diminui de valor.IV. Podemos afirmar que, se a distância entre o ponto estação e o ponto visado tende a zero, a trajetória óptica entre o ponto estação e o ponto visado tende a coincidir com a linha imaginária que passa pelo ponto principal do instrumento e pelo eixo do prisma.verifica-se que está/ão correta/s- AIII, apenas.
- BI e II, apenas.
- CI e IV, apenas.
- DII, III e IV, apenas.
- EI, II, III e IV.