Questão de Não definido — Geral — FEPESE 2026
Não definidoGeral
- Código
- qg679822
- Banca
- FEPESE
- Órgão
- Prefeitura de Florianópolis - SC
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Médico - Pneumo Pediátrico - Edital nº 25
Uma criança de 1 mês é atendida na Atenção Primária à Saúde (APS) após resultado positivo na triagem neonatal para fibrose cística (FC), com dosagem elevada de tripsinogênio imunorreativo (TIR). A mãe relata que a criança está assintomática, com ganho de peso adequado e sem história familiar de FC. O exame físico é normal, sem sinais de insuficiência pancreática ou respiratória.De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Fibrose Cística do Ministério da Saúde (MS), qual deve ser a organização da rede de atenção à FC nesse caso, incluindo o fluxo inicial a partir da APS?
- AManter acompanhamento exclusivo na APS com repetição do TIR em 30 dias, iniciando suplementação vitamínica lipossolúvel empiricamente, sem referência especializada até confirmação de sintomas clínicos, conforme protocolos de triagem neonatal do MS.
- BSolicitar teste genético molecular diretamente na APS para mutações no gene CFTR, associado à fisioterapia respiratória domiciliar, postergando encaminhamento para centro de referência até resultado positivo, alinhado às diretrizes de economia de recursos no SUS.
- CEncaminhar imediatamente para centro de referência em pneumologia pediátrica no Sistema Único de Saúde (SUS), para confirmação diagnóstica por teste do suor quantitativo e avaliação multidisciplinar inicial, garantindo fluxo de referência e contrarreferência para acompanhamento contínuo e prevenção de complicações precoces.
- DOrientar observação domiciliar com dieta hipercalórica e retorno à APS em 3 meses para reavaliação, evitando sobrecarga na rede especializada, uma vez que o PCDT do MS prioriza resolubilidade primária para casos assintomáticos de FC.
- EIniciar enzimas pancreáticas orais na APS como medida preventiva, com encaminhamento eletivo para gastroenterologia pediátrica isolada, ignorando a integração multidisciplinar recomendada no Tratado de Pediatria da SBP para FC.