Questão de Administração Pública — Governabilidade, Governança e Accountability — FEPESE 2026
Administração Pública›Governabilidade, Governança e Accountability
Código
qg680336
Banca
FEPESE
Órgão
Prefeitura de Urubici - SC
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Controlador Interno
O apetite ao risco de uma organização pública corresponde à:
Aeliminação total dos riscos existentes por meio de matrizes de riscos extremamente estruturadas.
Btolerância zero a qualquer falha administrativa.
Csubstituição do planejamento estratégico por matrizes de riscos robustas.
Dresponsabilização dos gestores em falhas ocorridas na busca por seus objetivos estratégicos e institucionais.
Equantidade e tipo de risco que ela está disposta a aceitar ou tolerar na busca por seus objetivos estratégicos e institucionais.
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GabaritoE — quantidade e tipo de risco que ela está disposta a aceitar ou tolerar na busca por seus objetivos estratégicos e institucionais.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Apetite ao Risco na Administração Pública
Gabarito: letra E. O apetite ao risco de uma organização pública corresponde à quantidade e ao tipo de risco que ela está disposta a aceitar ou tolerar na busca por seus objetivos estratégicos e institucionais, conforme amplamente definido em frameworks de gestão de riscos (como COSO e ISO 31000). Esse conceito é um dos pilares do gerenciamento de riscos, mencionado no contexto como uma das funções secundárias da governança pública.
A banca testa o entendimento correto do termo "apetite ao risco", distinguindo-o de outros conceitos como aversão total ao risco (eliminação ou tolerância zero) e de accountability.
Apetite ao risco
1Definição
Quantidade e tipo de risco
Aceitar ou tolerar
Na busca por objetivos estratégicos
2Não é
Aversão ao risco (eliminação total)
Tolerância zero a falhas
Substituição do planejamento estratégico
Accountability (responsabilização)
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que o apetite ao risco corresponde à eliminação total dos riscos por meio de matrizes estruturadas. Isso é, na verdade, aversão ao risco (risk avoidance), que busca reduzir a exposição a zero, não sendo uma escolha de quanto risco aceitar. O apetite ao risco reconhece que é impossível eliminar todos os riscos e que a organização precisa definir um nível aceitável.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Propõe "tolerância zero a qualquer falha administrativa" como definição. Essa postura reflete novamente aversão extrema ao risco, e não uma estratégia de aceitação de riscos. O apetite ao risco não significa ausência de falhas, mas sim o nível de risco que a organização está disposta a correr para alcançar seus objetivos.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Sugere que o apetite ao risco substitui o planejamento estratégico por matrizes de riscos. Isso é incorreto: o planejamento estratégico continua sendo o instrumento central de direcionamento; a gestão de riscos é parte dele, não o substitui. O apetite ao risco orienta o planejamento, não o elimina.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Relaciona o apetite ao risco com a responsabilização dos gestores por falhas. Esse conceito refere-se à accountability, que envolve prestação de contas e responsabilização, e não à definição do nível de risco que a organização aceita. Embora accountability seja relevante, não é o significado de apetite ao risco.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve exatamente a definição consagrada de apetite ao risco: "quantidade e tipo de risco que ela está disposta a aceitar ou tolerar na busca por seus objetivos estratégicos e institucionais". Essa definição é padrão em normas internacionais de gestão de riscos (ex.: ISO 31000) e em manuais de governança, como o Referencial Básico de Governança do TCU, que inclui o gerenciamento de riscos como função da governança.
NÃO CAIA NESSA!
Nas questões sobre gestão de riscos no setor público, decore a diferença entre apetite ao risco (quanto risco se está disposto a aceitar) e tolerância ao risco (os limites aceitáveis de desvio). A banca adora trocar esses conceitos ou confundi-los com aversão total.