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Questão de Segurança da Informação — Autenticação — FEPESE 2026

Segurança da InformaçãoAutenticação
Código
qg681078
Banca
FEPESE
Órgão
Prefeitura de Florianópolis - SC
Ano
2026
Nível
Superior
Na Administração Pública, a proteção de dados sensíveis e a resiliência dos sistemas governamentais dependem da implementação de múltiplas camadas de defesa.Assinale a alternativa correta no que diz respeito aos mecanismos de autenticação e às práticas de segurança cibernética.
  1. AA implementação de firewalls de borda em redes institucionais torna desnecessária a insta lação de atualizações nos terminais locais, pois essa barreira atua filtrando todos os pacotes maliciosos antes que eles atinjam a camada de aplicação do sistema operacional.
  2. BO phishing é uma categoria de malware autônomo que se propaga através de falhas físicas nos módulos de memória das estações de trabalho, sendo incapaz de comprometer sistemas protegidos por redes virtuais privadas e protocolos de comunicação criptografados.
  3. CA autenticação de múltiplos fatores (MFA) amplia a segurança ao combinar credenciais de categorias distintas, como algo que o usuário sabe, possui ou é, mitigando riscos de acessos indevidos mesmo em cenários de exposição acidental ou vazamento da senha principal.
  4. DA estratégia de segurança mais eficaz para a gestão de senhas é a exigência de trocas semanais de credenciais, visto que a alta rotatividade de senhas curtas é tecnicamente superior ao uso de frases-senha longas ou ao emprego de múltiplos fatores de proteção.
  5. EA aplicação de correções de segurança (patches) deve ser evitada em sistemas de missão crítica, pois a modificação do código-fonte para correção de falhas introduz vulnerabilidades temporárias no núcleo do sistema, exigindo a troca integral do hardware.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — A autenticação de múltiplos fatores (MFA) amplia a segurança ao combinar credenciais de categorias distintas, como algo que o usuário sabe, possui ou é, mitigando riscos de acessos indevidos mesmo em cenários de exposição acidental ou vazamento da senha principal.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Autenticação Multifator (MFA) e Práticas de Segurança Cibernética

Gabarito: letra C. A autenticação de múltiplos fatores (MFA) combina credenciais de categorias distintas (conhecimento, posse, inerência), elevando a segurança mesmo se a senha principal for comprometida – conceito fundamental em segurança da informação.

Análise das alternativas

Alternativa A – ❌ Incorreta Afirma que firewalls de borda tornam desnecessárias atualizações nos terminais locais. Isso é falso: firewalls não filtram todas as ameaças (ex.: ataques que usam portas legítimas, exploits de dia zero, engenharia social) e não substituem a correção de vulnerabilidades nos sistemas finais. A defesa em profundidade exige múltiplas camadas, incluindo atualizações regulares.

Alternativa B – ❌ Incorreta Define phishing como um malware autônomo que se propaga por falhas físicas em memória. Na verdade, phishing é uma técnica de engenharia social, não um malware. O atacante engana o usuário para que forneça informações confidenciais (senhas, dados bancários) ou instale malware. O phishing não explora falhas físicas nem é um programa autopropagante.

Alternativa C – ✅ Correta Descreve corretamente a autenticação de múltiplos fatores (MFA). A MFA combina dois ou mais fatores de categorias diferentes: algo que o usuário sabe (senha), possui (token, celular) ou é (biometria). Mesmo que a senha seja vazada, o atacante ainda precisa de outro fator, reduzindo drasticamente o risco de acesso indevido.

Alternativa D – ❌ Incorreta Sugere que trocas semanais de senhas curtas são a estratégia mais eficaz. Isso é inadequado: senhas curtas e trocadas com frequência incentivam escolhas fracas e reutilização. Práticas recomendadas incluem senhas longas (frases-senha), uso de gerenciadores de senhas e, principalmente, adoção de MFA. A alta rotatividade não compensa senhas fracas.

Alternativa E – ❌ Incorreta Afirma que patches devem ser evitados em sistemas de missão crítica por supostamente introduzir vulnerabilidades temporárias. Embora patches exijam testes, não aplicá-los deixa o sistema exposto a falhas conhecidas. A prática correta é testar em ambiente controlado e aplicar após validação, não evitar as correções. Nunca se justifica a troca integral de hardware por conta de patches.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a falsa sensação de segurança de medidas isoladas (firewall, troca frequente de senhas) ou conceitos equivocados (phishing como malware). A alternativa C é a única que reflete corretamente a prática recomendada.

PEGA ESSA DICA!

Memorize a tríade dos fatores de autenticação: algo que você sabe (senha), algo que você tem (token), algo que você é (biometria). A MFA exige pelo menos dois fatores de categorias diferentes. Questões de segurança cibernética frequentemente cobram essa classificação.

Gabarito: letra C.

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