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Questão de Criminalística — Computação Forense — IDECAN 2026

CriminalísticaComputação Forense
Código
qg707286
Banca
IDECAN
Órgão
PC-SC
Ano
2026
Nível
Médio
Cargo
Agente de Polícia Civil
Durante uma operação policial, agentes utilizam um sistema que se conecta diretamente ao chip de memória de um smartphone, ignorando o sistema operacional, para extrair dados apagados, metadados e configurações internas que não são acessíveis por métodos convencionais. A alternativa que corretamente identifica essa abordagem forense é:
  1. AExtração por API.
  2. BAnálise lógica.
  3. CAnálise física.
  4. DBackup em nuvem.
  5. EMonitoramento remoto.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Análise física.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Computação Forense – Técnicas de Extração

Gabarito: letra C. A descrição refere-se à análise física (ou extração física), que consiste no acesso direto ao chip de memória do dispositivo, ignorando o sistema operacional, para extrair dados apagados, metadados e configurações internas inacessíveis por métodos convencionais (como JTAG ou chip-off). As demais alternativas tratam de abordagens lógicas ou indiretas.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A extração por API (Application Programming Interface) utiliza o próprio sistema operacional para acessar os dados, dependendo de comandos fornecidos pelo fabricante (ex.: Android Backup, iTunes). Não ignora o SO e não permite acesso a dados apagados ou configurações internas.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A análise lógica opera sobre o sistema de arquivos visível ao SO, extraindo apenas o que o sistema permite acessar. Não realiza leitura direta do chip e não recupera dados deletados nem metadados de baixo nível.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A análise física (physical acquisition) conecta-se diretamente ao chip de memória (eMMC, NAND Flash) utilizando hardware especializado, copiando o conteúdo integral (bit a bit) e possibilitando a recuperação de arquivos apagados, metadados de sistema e configurações internas que não estão expostas ao sistema operacional. É a técnica mais completa em forense mobile.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Backup em nuvem depende de dados sincronizados com servidores remotos, sem acesso ao chip local. Não permite extrair dados apagados do dispositivo nem metadados de hardware.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Monitoramento remoto refere-se à vigilância em tempo real de atividades do dispositivo, não à extração de dados estáticos do chip. Não atende à descrição de conectar-se diretamente ao chip.

NÃO CAIA NESSA!

A banca pode tentar confundir análise física com análise lógica. A chave é o acesso direto ao chip, ignorando o SO — isso é exclusivo da extração física. Não confunda com técnicas que usam APIs ou interfaces do sistema.

PEGA ESSA DICA!

Em forense mobile, a extração física (JTAG, chip-off) é a mais invasiva, porém a que recupera a maior quantidade de dados, inclusive apagados. Questões semelhantes exigem distinguir entre extração lógica (via SO) e física (via chip).

Gabarito: letra C.

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