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Questão de Terapia Ocupacional — Terapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia — Instituto Legalle 2026

Terapia OcupacionalTerapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia
Código
qg747956
Banca
Instituto Legalle
Órgão
Prefeitura de Criciúma - SC
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Terapeuta Ocupacional
Um paciente do sexo masculino, 58 anos, com diagnostico de acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi) há 3 meses, apresenta hemiparesia à direita, espasticidade grau 2 pela Escala de Ashworth Modificada, déficit de coordenação motora fina, redução da amplitude de movimento no ombro direito e dificuldade na realização de atividades de vida diária (AVDs), especialmente vestir-se e alimentar-se. Durante a avaliação, observa-se também negligência leve do hemicorpo afetado e fadiga aos esforços moderados. Considerando os princípios da reabilitação física, assinale a alternativa CORRETA.
  1. AA intervenção deve integrar treino de atividades significativas, facilitação do uso do membro afetado, adaptações ambientais e estratégias para conservação de energia, respeitando a tolerância à fadiga e promovendo autonomia funcional.
  2. BA utilização de atividades funcionais orientadas à tarefa, como treino de AVDs, deve ser evitada nas fases subagudas do AVEi, priorizando-se exercícios analíticos para fortalecimento muscular.
  3. CO manejo da espasticidade pode incluir técnicas como posicionamento adequado, mobilizações passivas e uso de orteses, sendo indicado evitar estímulos sensoriais no membro afetado para não aumentar o tônus muscular.
  4. DA abordagem da negligência unilateral deve incluir estratégias de estimulação sensorial e treino de varredura visual, sendo prescindível a incorporação do membro afetado nas atividades funcionais nas fases aguda e subaguda do tratamento.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — A intervenção deve integrar treino de atividades significativas, facilitação do uso do membro afetado, adaptações ambientais e estratégias para conservação de energia, respeitando a tolerância à fadiga e promovendo autonomia funcional.

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