Na confecção de um documento policial, o princípio da impessoalidade materializa-se na utilização
Ados pronomes relativos adequados na referenciação.
Bde frases curtas na ordem direta.
Cde locuções adjetivas na indicação de opiniões.
Dde antônimos para substituir termos técnicos.
Edos verbos conjugados na terceira pessoa pronominal.
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GabaritoE — dos verbos conjugados na terceira pessoa pronominal.
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Princípio da impessoalidade na redação de documentos oficiais
Gabarito: letra E. O princípio da impessoalidade, aplicado à confecção de documentos policiais, exige que o texto não revele opiniões pessoais nem se dirija a pessoa determinada, adotando-se redação neutra e objetiva. A materialização desse princípio ocorre pelo uso de verbos conjugados na terceira pessoa pronominal (ex.: “o servidor deve”, “foi determinado”), evitando a primeira pessoa (eu/nós) e qualquer subjetividade. As demais alternativas referem-se a aspectos gramaticais ou estilísticos que não refletem diretamente a impessoalidade.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Pronomes relativos adequados são ferramentas de coesão textual, mas não garantem, por si, a impessoalidade. A impessoalidade não se define pelo uso de pronomes relativos, e sim pela abstenção de referências pessoais.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Frases curtas na ordem direta são recomendáveis para clareza, mas não são exclusivas da impessoalidade. A impessoalidade não se confunde com estilo de redação.
Alternativa C — ❌ IncorretaLocuções adjetivas que indicam opiniões, na verdade, contrariam a impessoalidade, pois expressam juízos de valor. O correto é evitar adjetivações que revelem subjetividade.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Antônimos substituindo termos técnicos não têm relação com o princípio da impessoalidade. A impessoalidade não exige simplificação vocabular, mas sim neutralidade e objetividade.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O uso de verbos na terceira pessoa pronominal (ele/ela/você impessoal) é a principal técnica de redação oficial para assegurar a impessoalidade. Exemplo: “O policial lavrou o boletim” (terceira pessoa) em vez de “Eu lavei o boletim” (primeira pessoa). Essa prática evita personalização e atende ao princípio constitucional da impessoalidade (art. 37, caput, da CF).
PEGA ESSA DICA!
Na hora da prova, lembre-se: impessoalidade em documentos oficiais significa que o redator não se identifica nem emite opinião. A marca linguística mais evidente é a terceira pessoa (verbos e pronomes). Questões que fogem desse núcleo (como A, B, C, D) são distratores.